Ano 1 - nº 17 - Guarapuava, 29 de abril de 2010

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Senado acaba com a multa do Banestado
Com o fim da penalidade, Paraná volta a receber R$ 5 milhões mensais que estavam sendo retidos do Fundo de Participação dos Estados

Após três anos de negociações e reviravoltas, o Senado aprovou ontem o Projeto de Resolução que acaba com a multa do Banestado, que era aplicada pela União ao Paraná devido ao descumprimento do contrato relacionado à privatização do banco, em 2000. A decisão significa um alívio de R$ 1,156 bilhão na dívida do estado. Para a aprovação da matéria, houve um esforço coletivo da bancada federal paranaense e, em particular, da parceira entre o senador Osmar Dias (PDT) e o governador Orlando Pessuti (PMDB) – ambos pré-candidatos ao Palácio Iguaçu.

Com o fim da penalidade, o Paraná volta a receber R$ 5 milhões mensais do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e recupera R$ 256 milhões em parcelas retidas desde 2004. O dinheiro será abatido do pagamento das parcelas da dívida contraída pelo estado em 1998 para sanear o Banestado – cuja prestação mensal atualmente é de R$ 60 milhões.

A resolução também reduz em R$ 900 milhões o saldo devedor do estado com a União. A dívida cai de R$ 9,1 bilhões para R$ 8,2 bilhões. A soma do desconto no saldo devedor mais o reebolso das parcelas já retidas do FPE chega a R$ 1,156 bilhão. “Na prática, o Paraná vai pagar menos a cada prestação da dívida”, explicou o senador Romero Jucá (PMDB-RR), relator no plenário do projeto de autoria de Osmar Dias (PDT).

Essa é a segunda vez que o pedetista lidera a votação de uma resolução contrária à multa. Em dezembro de 2007, o Senado aprovou em plenário outro projeto na mesma linha. Mas o texto, de autoria de Jucá, não foi cumprido pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), que considerou a proposta inconstitucional.

Em tese, o posicionamento não deve se repetir agora. Há três semanas, Osmar e Pessuti reuniram-se com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que garantiu que cumprirá o que foi definido pela nova resolução. “O próximo passo é nos entendermos com a Secretaria do Tesouro para recalcular a dívida e ter a certeza de que a multa será eliminada”, afirmou Pessuti. “O que o Paraná conseguiu hoje [ontem] é muita coisa. Além do desconto da dívida e do fim da multa, o estado saiu da inadimplência e está liberado para fechar convênios, inclusive para as obras da Copa de 2014”, disse Osmar Dias.

Comemorando o fim de uma “injustiça” contra o Paraná, o governador destacou a atuação da bancada paranaense no Congresso e do seu antecessor, Roberto Requião, para o fim da multa. “Essa vitória é uma homenagem ao trabalho que ele [Requião] realizou nos últimos sete anos contra essa multa”, comentou Pessuti. Por meio do Twitter, porém, Requião classificou como “retaliação” o fato de o fim da multa ter sido aprovado somente após a saída dele do governo.

Multa

A punição é resultado do descumprimento, por parte do go­­­verno estadual, de um contrato de compra e venda de títulos públicos de Osasco, Guarulhos, Alagoas, Pernambuco e Santa Catarina, avaliados em R$ 1,6 bilhão, cujo credor é o banco Itaú, que comprou o Banestado em 2000 (mais informações no box ao lado).

O acordo firmado em março de 1999 entre o então governador Jaime Lerner e a direção do Banestado – com o aval da União e do Banco Central – especifica que o Paraná se compromete a adquirir os papéis do banco por R$ 460 milhões (em valores da época) e dá como garantia 70.030.452 ações ordinárias da Copel. A quantidade é equivalente a 48% do total das ações com direito a voto. Atualmente, o governo tem 58% desses ativos.

Em um aditivo contratual feito posteriormente, a gestão Lerner renegociou a dívida referente aos títulos. Caberia ao governo Requião pagar ao Itaú 30 parcelas mensais de R$ 15,3 milhões (total de R$ 460 milhões), a partir de janeiro de 2003, para encerrar o negócio. O pagamento seria feito em paralelo ao parcelamento da dívida para o saneamento do banco com o governo federal – pago sem falhas pelo governo Requião até 2007. O acordo dos títulos, entretanto, não foi honrado porque Requião nunca aceitou a validade dos papéis.

Fonte: Gazeta do Povo


Banco Central faz a 1ª elevação de juros em 19 meses
Taxa de juros avançou 0,75 ponto nesta quarta, para 9,5% ao ano. Última elevação havia sido em setembro de 2008, antes da eclosão da crise

O Banco Central voltou a subir nesta quarta-feira (28), durante reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) da instituição, os juros básicos da economia brasileira. A taxa avançou 0,75 ponto percentual, passando de 8,75% ao ano, a menor já registrada até o momento, para 9,5% ao ano.

É a primeira elevação dos juros em 19 meses. A última subida havia ocorrido em setembro de 2008, poucos dias antes do anúncio de concordata do banco norte-americano Lehman Brothers, que deu início à fase mais aguda da crise financeira internacional - que espalhou a recessão pelo planeta. Desde então, os juros haviam ficado estáveis, ou recuado para tentar conter os efeitos da crise no crescimento do país.

O Banco Central voltou a subir nesta quarta-feira (28), durante reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) da instituição, os juros básicos da economia brasileira. A taxa avançou 0,75 ponto percentual, passando de 8,75% ao ano, a menor já registrada até o momento, para 9,5% ao ano. É a primeira elevação dos juros em 19 meses.

A expectativa do mercado financeiro é de que esse seja apenas o início de um ciclo de subida nos juros básicos do país. A previsão dos economistas é de que a taxa continue avançando nos próximos meses, e que atinja o patamar de 11,75% ao ano ao final de 2010.

Porque os juros sobem

O objetivo do BC ao subir os juros é conter pressões inflacionárias e buscar com que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA), que serve de referência para o sistema de metas de inflação, não suba muito. Para este ano, e para 2010, a meta central é de 4,5%. Ao subir os juros, o BC atua para conter a demanda por produtos e serviços e, com isso, para tentar impedir o crescimento dos preços.

A subida de juros já era amplamente esperada pelo mercado financeiro. A dúvida era somente qual seria a intensidade da elevação. Na semana passada, a maioria do mercado apostou que o aumento seria de 0,5 ponto percentual, para 9,25% ao ano. Nesta semana, porém, grande parte dos analistas já passaram a acreditar em um crescimento maior: de 0,75 ponto percentual, para 9,5% ao ano. Alguns chegaram até projetar um aumento de um ponto percentual, para 9,75% ao ano.

Ao fim do encontro desta quarta-feira, o BC divulgou a seguinte frase: "Dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias ao cenário prospectivo da economia, para assegurar a convergência da inflação à trajetória de metas, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 9,50% a.a., sem viés".

Críticas ao BC

A elevação acontece em um momento de fortes críticas de economistas ao Banco Central. A reclamação é de que a autoridade monetária teria sido leniente na busca da meta central de inflação deste ano. Em seu último encontro, em março, o BC já previa um IPCA de 5,2% para este ano, para uma meta central de 4,5% em 2010, e, mesmo assim, manteve a taxa básica estável em 8,75% ao ano.

Naquele momento, ainda não havia clareza sobre a possível candidatura do comandante da instituição, Henrique Meirelles, nas próximas eleições. A definição aconteceu somente no início deste mês, quando Meirelles anunciou que permanecerá no comando do Banco Central até o fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

As críticas motivaram resposta presidente do BC. Nesta terça-feira (27), mesmo dia em que teve início a reunião do Copom, Meirelles afirmou que não houve mudança de orientação da autoridade monetária por não ter subido os juros em março.

"O Banco Central não precisa provar nada a ninguém (...) Estamos administrando o sucesso, uma situação não usual. Buscam-se motivações negativas de um lado ou outro, de 'movitação politica, ou para recuperar credibilidade'. Quando, na realidade, a credibilidade do BC é reconhecida internacionalmente", afirmou ele na ocasião.

Reflexos do aumento de juros

Com a subida dos juros para tentar conter a inflação, as taxas cobradas dos clientes bancários também podem avançar. Desde setembro do ano passado, quando o BC começou a manifestar uma preocupação maior com a inflação, a taxa de captação dos bancos já avançou 0,7 ponto percentual. Os aumentos da taxa básica da economia devem gerar novos aumentos no custo de captação dos bancos, que poderão ser repassados aos juros cobrados dos clientes bancários.

Além disso, a subida da taxa de juros também terá, segundo economistas, outros reflexos na economia brasileira. Um deles pode ser uma entrada maior de recursos no país, que viriam em busca de uma remuneração melhor, gerando uma queda do dólar.

Mesmo em 8,75% ao ano, os juros reais brasileiros (após o abatimento da inflação prevista para os próximos 12 meses), já eram os maiores do mundo. Com a elevação desta quarta-feira, o país dispara na liderança do ranking mundial de juros reais. Segundo cálculos da consultoria UpTrend, os juros reais, com a elevação feita pelo Copom nesta quarta-feira, passam para 4,5% ao ano, contra 3% ao ano do segundo colocado (Indonésia).

"Esse aumento de juros, e os outros que devem vir em seguida neste ano, pode gerar uma entrada maior de capitais e o câmbio pode se apreciar [dólar caindo] um pouco. Mas deve ter alguma volatilidade [para cima] nas eleições, por conta de declarações que podem gerar incertezas, o que deve contrabalançar um pouco esse movimento", avaliou o economista da Tendências, Bernardo Wjumiski.

Impacto na dívida pública

Outro reflexo da subida de juros é o seu impacto nas contas públicas. Atualmente, o volume de títulos públicos em mercado corrigidos pela taxa básica de juros está em R$ 500 bilhões. Se sobe a taxa básica de juros, o governo também tem de pagar uma remuneração maior aos detentores destes papéis.

Se mantido pelos próximos 12 meses, esse aumento de 0,75 ponto percentual nos juros, para 9,25% ao ano, vai gerar um gasto a mais de R$ 3,75 bilhões para o governo. E se for confirmada a expectativa do mercado financeiro de elevação de 3 pontos percentuais nos juros até o fim deste ano, para 11,75% ao ano, o impacto total do ciclo de aumento, nas contas públicas, será maior ainda: de R$ 15 bilhões em doze meses.

Fonte: Gazeta do Povo


Servidores do MTE realizam vigília

Servidores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) realizaram ontem uma vigília em frente a sede da superintendência em Curitiba, no Centro da cidade. Em greve desde o último dia 6, os trabalhadores querem que representantes do governo apresentem uma contraproposta para as suas reivindicações. A vigília vai acontecer em todos os estados onde há a paralisação.

De acordo com o servidor e um dos responsáveis pelo comando estadual da greve, Gilberto Félix da Silva Júnior, foi armado uma barraca para que os manifestantes passassem a noite no local.

“Além dos servidores da capital, vão participar também funcionários de sedes do MTE do interior e também companheiros de partidos políticos. Boa parte irá passar a noite aqui”, informa.

Fonte: Parana_on-line


Dieese: desemprego em março é o menor em 12 anos

A taxa de desemprego no país ficou em 13,7% em março, ante 13,0% em fevereiro, segundo pesquisa realizada pela Fundação Seade e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) em seis regiões metropolitanas e divulgada nesta quarta-feira. Apesar da elevação, é a menor taxa para um mês de março desde 1998. No mesmo mês em 2009, a taxa havia sido de 15,1%.

"Após o aquecimento do mercado de trabalho no final do ano, é esperada uma redução no nível de atividade", disse Patrícia Lino Costa, economista do Dieese, referindo-se ao aumento do desemprego de fevereiro para março.

Novas vagas na indústria

O índice subiu em todas as seis cidades, principalmente em Salvador, onde foi de 18,8% em fevereiro para 19,9%, e em São Paulo, passando de 12,2% para 13,1%. Trata-se da menor taxa para um mês de março desde 1992.

Nesta região metropolitana, houve eliminação de 86 mil postos de trabalho. Na divisão por setores, o nível de ocupação aumentou apenas na indústria paulista, com a criação de 12 mil vagas. "O comportamento da indústria é um sinalizar de tendência", afirmou Alexandre Loloian, coordenador do Seade.

Em Belo Horizonte e no Distrito Federal, a elevação da taxa teve menor intensidade. Na capital mineira, o desemprego passou de 9,7% para 10,2%, e no DF, de 14,1% para 14,7%.
Já em Porto Alegre e no Recife, houve quase estabilidade. Na capital gaúcha, a taxa passou de 9,6% para 9,8%. E na capital de Pernambuco, a taxa subiu de 19% para 19,3%.

2,7 milhões desempregados

O contingente de desempregados nas seis regiões analisadas foi estimado em 2,767 milhões de pessoas no mês passado, 149 mil a mais do que em fevereiro. Esse número é resultante da eliminação de 137 mil vagas, aliada à relativa estabilidade da PEA (população economicamente ativa).

Nesse mesmo comparativo, o nível de ocupação, na média nacional, teve queda de 0,8%. O total de ocupados nas seis regiões pesquisadas foi estimado em 17,423 milhões de pessoas, para uma PEA (População Economicamente Ativa) de 20,190 milhões.

Na divisão por atividade, o nível de ocupação nas seis regiões metropolitanas diminuiu em serviços (115 mil vagas a menos), no comércio (retração de 55 mil) e no agregado de outros setores (menos 19 mil vagas).

No sentido oposto, houve crescimento na indústria (31 mil vagas a mais) e na construção civil (abertura de 21 mil postos de trabalho).

Rendimento

Em fevereiro, o rendimento médio real dos ocupados no país praticamente não teve variação (leve queda de 0,1%), equivalendo a R$ 1,274 mil. Já o dos assalariados ficou em R$ 1,340 mil, apresentando redução de 0,7%.

O rendimento médio dos ocupados diminuiu no Distrito Federal (retração de 1,6%), passando a valer R$ 1,811 mil. O mesmo movimento foi registrado em São Paulo (-0,6%), para R$ 1,309 mil, em em Belo Horizonte (-0,6%), para R$ 1,295 mil.

Em Salvador, houve estabilidade, com variação negativa de 0,2%, para R$ 1,024 mil. Recife e Porto Alegre apresentaram acréscimo no rendimento. Na capital de Pernambuco, o rendimento subiu 2,9% para R$ 841. E na segunda capital, o rendimento aumentou 2,7%, para R$ 1,267 mil.

Fonte: Portal O Vermelho


Seminário Nacional Jurídico da Nova Central - NCST

Com mais de 160 participantes, 18 estados, incluindo advogados, advogadas, assessores e diretores a Nova Central e entidades filiadas, José Calixto Ramos, Presidente da Nova Central, abre o Seminário Nacional Jurídico que acontecerá nos dias 28, 29 e 30 de abril em Brasília.

O Presidente mostrou a maior satisfação em receber todos neste seminário e destacou que será o primeiro de uma série de outros e que se trata de um evento de interesse que os advogados de modo geral, especialmente nos que atuam em entidades filiadas a Nova Central, possam nesses 2 dias trocar idéias, discutir os temas para dar mais segurança nas questões de cada uma deles.

“Vamos enriquecer com idéias a nós todos e a cada um dos companheiros e companheiras advogadas tendo um novo relacionamento e conhecendo as dificuldades de vários estados do Brasil que não são poucos”. Conclui José Calixto.

Para Francisco Calazans Lacerda, Diretor Nacional Jurídico da Nova Central, “esse evento será um ensinamento entrelaçado onde cada um terá o direito de falar e trocar idéias de dificuldades e modo diferentes de trabalho com outros companheiros dos estados”. Calazans feliz e vibrante vendo o auditório lotado destacou que “o seminário Nacional Jurídico é também uma contribuição que damos para a Nova Central e mais do que isso, para o país,
valendo-se sempre do estado democrático de direito”. Conclui.

No primeiro dia de seminário serão debatidos temas como registro sindical, dissociação e desmembramento, pluralidade de federações e confederações, processo administrativo – conciliação – extinção do pedido de registro sistema mediador ministrado pela coordenadora geral de Registro Sindical do Ministério do Trabalho e emprego, Dra. Zilmara Alencar.

Na parte da tarde o Dr. Aclibes Burgarelli – SP explanará o tema ação sindical na recuperação judicial e na falência com uma hora de debates após sua palestra. Terminando o primeiro dia de bates o Advogado Hélio Gherardi fará uma palestra sobre organização sindical, unicidade x pluralidade, fonte de custeio, representação, categoria ou quadro associativo, representatividade, reforma da legislação sindical.

Passando para o segundo dia de seminário na parte da manhã, o Dr. Ricardo Macedo de Britto Pereira – chefe de gabinete do procurador geral e coordenador da coordenadoria nacional de promoção da liberdade sindical – procuradoria geral do trabalho - fará uma exposição dos conceitos e fundamentos sobre práticas antissindicais, contribuição de custeio, interdito proibitório, imunidade dos membros da administração sindical, atuação do ministério público do trabalho, da justiça do trabalho e do ministério do trabalho e emprego.

Na parte da tarde o jornalista e diretor do DIAP – departamento intersindical de assessoria parlamentar – Antonio Augusto de Queiroz, irá apresentar os temas para serem debatidos no âmbito do poder e do processo legislativo, as convenções 158 e 151 da OIT, contribuição de custeio (projeto Paulo Paim), Redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, terceirização e flexibilização e o projeto que extingue de vez o fator previdenciário.

Dois palestrantes irão finalizar o evento no dia 30 falando sobre o direito previdenciário e ação sindical coletiva, código de defesa do consumidor, substituição processual. Este ministrado pelo Dr. César Alberto Granieri – SP e aquele pelo Drº. Décio Scaravaglioni - Advogado especializado em Direito Social, com ênfase em Direito Previdenciário (Previdência Social, Previdência do Servidor Público e assistência Social) e Direito do Trabalho.


Fonte: Site da NCST


A Presidência do Tribunal Superior do Trabalho recebeu a manifestação de 38 juízes de diversos Tribunais Regionais do Trabalho, interessados em participar da votação para escolha do magistrado que irá ocupar a vaga aberta com a aposentadoria do ministro Vantuil Abdala.
O prazo para manifestação, conforme amplamente divulgado, encerrou-se no dia 23 de abril.

A relação será submetida ao Tribunal Pleno, em sessão cuja data será oportunamente divulgada, para definição dos nomes que irão compor a lista tríplice a ser encaminhada ao presidente da República, a quem caberá escolher um magistrado para ocupar a vaga. No entanto, somente depois de aprovado em sabatina pelo Senado Federal, o novo ministro será nomeado pela Presidência da República.

Confira abaixo a lista de candidatos.

CANDIDATOS À VAGA DO MINISTRO VANTUIL ABDALA
 
Nome
TRT
01
Alexandre Agra Belmonte
1ª Região
02
Marcos Cavalcante
1ª Região
03
Maria Doralice Novaes
2ª Região
04
José Roberto Freire Pimenta
3ª Região
05
Sérgio Pinto Martins
2ª Região
06
Júlio Bernardo do Carmo
3ª Região
07
Alexandre Teixeira de Freitas Bastos Cunha
1ª Região
08
Vicente José Malheiros da Fonseca
8ª Região
09
Douglas Alencar Rodrigues
10ª Região
10
Maria Cristina Mattioli
15ª Região
11
Maria do Perpetuo Socorro Wanderley de Castro
21ª Região
12
Henrique Damiano
15ª Região
13
Jane Granzoto Torres da Silva
2ª Região
14
Márcia Mazoni Cúrcio Ribeiro
10ª Região
15
Pedro Luís Vicentin Foltran
10ª Região
16
Cláudio Soares Pires
Vice Presidente 7ª Região
17
Arnor Lima Neto
9ª Região
18
Ricardo Carvalho Fraga
4ª Região
19
Lilian Lygia Ortega Mazzeu
2ª Região
20
Lorival Ferreira dos Santos
15ª Região
21
Celio Horst Waldraff
9ª Região
22
Francisco Meton Marques de Lima
22ª Região
23
Cláudio Brandão
5ª Região
24
Liana Chaib
22ª Região
25
André Luís Moraes de Oliveira
24ª Região
26
Maria das Graças Cabral Viegas Paranhos
1ª Região
27
Dulcina de Holanda Palhano
7ª Região
28
Amaury Rodrigues Pinto Junior
24ª Região
29
Carlos Augusto Gomes Lôbo
14ª Região
30
Luis José de Jesus Ribeiro
8ª Região
31
Olga Aida Joaquim Gomieri
15ª Região
32
José Pitas
15ª Região
33
João Carlos Ribeiro de Souza
23ª Região
34
Graziela Leite Colares
8ª Região
35
Ilka Esdra Silva Araújo
16ª Região
36
Vania Maria da Rocha Abensur
14ª Região
37
Gilmar Cavalieri
Presidente 12ª Região
38
Aldon do Vale Alves Taglialegna
18ª Região

 


Sindicato não tem direito ao benefício da justiça gratuita

O sindicato deve comprovar a dificuldade econômica que o impeça de arcar com os custos processuais para ter direito ao benefício da justiça gratuita. Isso porque, em regra, as normas para a concessão de assistência judiciária aos necessitados não se aplicam à pessoa jurídica. Com esse entendimento unânime, a Seção II Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou agravo de instrumento do Sindicato dos Empregados em Centrais de Abastecimento de Alimentos do Estado do Rio de Janeiro (SINECAAERJ).

O sindicato recorreu ao TST contra decisão do Tribunal do Trabalho da 1ª Região (RJ) que negara o seu pedido de justiça gratuita e, por conseqüência, declarara a deserção (falta de recolhimento do depósito prévio) do recurso ordinário da entidade. O sindicato pretendia desconstituir sentença da 70ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro que o condenara, entre outras coisas, ao recolhimento de custas no valor de R$1.400,00, pagamento de 1% sobre o valor da causa em favor do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e de indenização à parte contrária (Makro Atacadista) pelos prejuízos sofridos acrescidos de honorários advocatícios no montante de 10% sobre o valor da causa.

A relatora do agravo, juíza convocada Maria Doralice Novaes, esclareceu que existem reiteradas decisões na SDI-2 no sentido de que, somente em caráter excepcional, admite-se a possibilidade de extensão da justiça gratuita prevista em lei (Lei nº 1.060/50) para pessoas físicas às pessoas jurídicas. Nessas situações, é preciso que haja prova inequívoca nos autos da impossibilidade de a parte arcar com os custos processuais – o Estatuto da Microempresa (Lei Complementar nº 123/06) autoriza o benefício.

Assim, como o sindicato é pessoa jurídica de direito privado e não comprovou a adversidade econômica que o impediria de arcar com os custos processuais, a relatora considerou correta a declaração regional de deserção. Segundo a juíza Doralice, os argumentos do sindicato de que não recebia regularmente as contribuições que lhe eram devidas ou de que goza de presunção de carência de recursos, o que torna dispensável a prova do seu estado financeiro, não têm amparo legal.


Por fim, concluiu a relatora, na medida em que o sindicato não demonstrou conclusivamente a miserabilidade, cumpria à entidade recolher a importância fixada pelo Regional a título de custas processuais e aguardar o desfecho do recurso quanto ao pedido de benefício da justiça gratuita. Não tendo sido essa a conduta da parte, o resultado é que, de fato, o recurso encontra-se deserto. (AIRO- 78440-17.2007.5.01.0000)

Fonte: TST


STICMG, 28 de abril de 2010
Café da Manhã e Classificação Profissional

A FETRACONSPAR e os Sindicatos: SINTRACON Curitiba, STICM Irati, SINTRACON Ponta Grossa, SINTRACON Cascavel, STICM Paranaguá, STICM Telêmaco Borba, STICM Ubiratã, STICM Guarapuava, STICM Pato Branco e STICM União da Vitória, juntamente com o SINDUSCON/PR emitiram o seguinte comunicado, assinado por ambas as partes:

COMUNICADO

Considerando que a data base da categoria é 1º de junho:

Considerando que, a partir de 1º de junho de 2010, será renovada a Convenção Coletiva de Trabalho firmada entre a FETRACONSPAR, Sindicatos filiados e o SINDUSCON/PR:

As entidades sindicais citadas acima, informam que:

De acordo com a cláusula terceira, item 2.1 da Convenção Coletiva de Trabalho 2009-2010, registrada no Ministério do Trabalho sob o nº PR002074/2009, no dia 18/08/2009, o trabalhador que contar com 18 (dezoito) meses na função de MEIO-PROFISSIONAL, na mesma empresa, passará a ser classificados na função e salário do PROFISSIONAL, a partir de 1º de maio de 2010.

A partir de 1º de junho de 2010, os empregadores fornecerão, nas obras, aos seus empregados, CAFÉ DA MANHÃ, que consistira, no mínimo, em 01 (um) copo de café com leite (300 ml) e 02 (dois) pães com margarina, observadas as condições mais favoráveis já praticadas, facultando-se a substituição do CAFÉ DA MANHÃ por tíquete refeição em valor equivalente.