Ano 2 - nº 375 - Guarapuava, 15 de Dezembro de 2011

Notícias

 

STICMG, 15 de Dezembro de 2011
Lei municipal proíbe celulares em agências bancárias
Os bancos que descumprirem a lei serão multados

A lei que proíbe o uso de celulares dentro de agências bancárias na cidade de Guarapuava já está em vigor. O texto da lei diz que os clientes que estiverem em bancos ou em ambientes em que haja caixas eletrônicos serão impedidos de usar seus celulares. Seja para fazer ligações, mandar mensagens de texto ou navegar na internet.

A lei foi aprovada pelo Executivo no dia 10 de novembro, e os bancos, então, serão os resposáveis pela fiscalização e por proibir o uso de telefones celulares dentro das agências. Se um fiscal da prefeitura flagrar um cliente utilizando um aparelho, o banco será multado em R$ 2.500. Este valor dobrará a cada reiscidência.

Fonte: Guará Notícias


STICMG, 15 de Dezembro de 2011
Senai oferta vagas para cursos técnicos
Os cursos são de eletromecânica, celulose e papel e logística

Em Guarapuava, o Senai Paraná, está com inscrições abertas para cursos técnicos de nível médio. As vagas são para eletromecânica, celulose e papel e logística. As inscrições podem ser feitas até o dia 19 de janeiro, e para realizá-la os interessados devem ir até a unidade, que fica na Rua Coronel Lustosa, 1750, no Centro.

Os cursos serão ministrados a partir do primeiro semestre de 2012. Para mais informações, ligar para o telefone (42) 3621-3800.

Fonte: Guará Notícias


STICMG, 15 de Dezembro de 2011
Com negativa da Câmara, Carli deve baixar decreto abrindo crédito de R$ 6,5 mi
Recurso será utilizado para pagamento de 13o, salários e férias

Apesar da Câmara ter rejeitado o pedido do prefeito Fernando Ribas Carli para a abertura de crédito adicional suplementar, a administração não perderá a possibilidade de remanejar os R$ 6 milhões 560 mil solicitados. Carli tem a prerrogativa de baixar um decreto mesmo à revelia da decisão de seis dos 12 vereadores.

De acordo com o líder da Bancada Carlista, Elcio Melhem (PP), em 2010 quando a Câmara aprovou o Orçamento do Município deu ao prefeito a licença prévia para remanejar até 40% do Orçamento, o chamado “cheque em branco”. “O prefeito só tem pedido licença para a Câmara por uma questão de respeito, mas não precisa fazer isso”, afirmou o vereador à RSN.

O projeto de lei solicitando a abertura de Credito Adicional Suplementar no Orçamento Geral do Município entrou em votação na sessão de ontem (13), mas acabou sendo foi rejeitado. Seis vereadores votaram contra e outros seis foram favoráveis. Porém, o projeto exigia maioria absoluta de 7 votos. O presidente em exercício da Câmara, João do Napoleão poderia ter dado o voto minerva, já que há o precedente aberto pelo presidente afastado Admir Strechar que em situação semelhante desempatou a votação. João do Napoleão, entretanto, deu o projeto de lei como rejeitado.

De acordo com Elcio Melhem, Carli terá que remanejar o valor solicitado para poder pagar parte do 13º aos funcionários da Prefeitura e da própria Câmara. A Prefeitura também utilizará o dinheiro para cobertura do pagamento da folha de dezembro e suplementar a atividade do CISGAP e Contribuição do PASEP, bem como outros encargos de INSS e Patronal.

O reajuste salarial concedido aos servidores em 2011, comprometeu a previsão da remuneração de 1/3 adicional sobre as féria. O dinheiro também será aplicado na complementação do projeto da Escola Total do Alto da XV.

Fonte: Rede Sul de Notícias


STICMG, 15 de Dezembro de 2011
Santa Tereza deposita salários. Funcionários ameaçavam greve
SUS atrasa repasse e pagamento da folha está vinculado a esse recurso.

O Hospital Santa Tereza está depositando os salários dos colaboradores nesta terça-feira (13). O repasse aconteceu tão logo o SUS (Sistema Único de Saúde) pagou a parcela do mês.
“A folha de pagamento do Hospital está diretamente vinculada ao repasse do SUS. Quando há atraso, o pagamento dos funcionários também atrasa”, observou a administradora do Santa Tereza, Mariza Ferracin à RSN.

O atraso no pagamento dos cerca de 300 funcionários gerou o início de uma mobilização nesta terça-feira (13). Em contato com a RSN, representantes do quadro disseram que caso não tivessem um posicionamento oficial por parte da administração do Hospital realizariam uma reunião na noite de hoje e a proposta seria de paralisar as atividades amanhã, quarta-feira (14). "Durante o ano todo esta foi a primeira vez que houve um atraso e não é por nossa culpa", afirma Mariza Ferracin. Os fucionários, porém, não aceitam o argumento da administração. "Os convênios pagam em dinheiro vivo e em dia. Por que temos que esperar o repasse do SUS"? questionam.

Os funcionários reclamam também do não pagamento da primeira parcela do 13º. Salário. A administradora diz que esse pagamento será feito de forma integral após o dia 15.

Outra queixa é em relação ao Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde em Guarapuava. “Entramos em contato com o presidente, mas nada foi feito em nossa causa. Esse sindicato é pelego (termo depreciativo utilizado no jargão do movimento sindical para se referir aos líderes ou representantes de um sindicato que em vez de lutar pelo interesse dos trabalhadores, defende secretamente os interesses do empregador)”, disseram os representantes dos funcionários. Eles anunciaram ainda que farão uma desfiliação coletiva da entidade. “Pagamos R$ 30 por mês para um sindicato que trabalha contra nós. Vamos pedir a nossa desfiliação ”, afirmaram. O presidente da entidade Eduardo Camargo Portela foi procurado pela RSN, mas não se encontrava na entidade.

Fonte: Rede Sul de Notícias


STICMG, 15 de Dezembro de 2011
Entidades empresariais debatem questão do pedágio com Beto Richa
Empresários pedem revisão do modelo de concessão adotado no PR

Presidentes das principais entidades representativas do setor produtivo paranaense se reuniram com o governador Beto Richa, no fim da tarde desta segunda-feira (12), no Palácio das Araucárias, para debater a questão do pedágio. Os empresários apresentaram levantamentos sobre o impacto econômico que os preços praticados nas estradas do Paraná causam sobre determinadas atividades e entregaram uma carta ao governador em que sugerem a revisão do modelo de concessão de rodovias adotado no Estado.

O presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, destacou a importância da união das entidades em torno do tema, que tem influência direta na competitividade do setor produtivo do Estado. Além da Fiep, estiveram representadas na reunião a Federação do Comércio do Paraná (Fecomércio), Associação Comercial do Paraná (ACP), Federação e Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Paraná (Fetranspar) e Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná (Faciap).

“O que defendemos junto ao governador é que o modelo de concessão adotado no passado pelo Paraná precisa de ajustes”, afirmou Campagnolo. Para o presidente da Fiep, a demora na realização de obras de duplicação de rodovias, previstas nos contratos originais de concessão, é uma prova da necessidade de mudanças no modelo. “O atraso dessas obras prejudica o desenvolvimento do interior do Estado”, disse.

Durante o encontro, o presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski, apresentou um levantamento realizado pela entidade sobre o impacto do pedágio no transporte de grãos e insumos no Paraná. Segundo o estudo, em alguns casos o pedágio chega a representar 33% dos custos do transporte de cargas de Foz do Iguaçu até Paranaguá. Ainda segundo o levantamento, os pedágios tem impacto nos custos totais de produção que podem chegar a 8,1% para o caso do milho e 4,8% para a soja.

O presidente da Fecomércio, Darci Piana, também mostrou preocupação com os valores cobrados nos pedágios do Paraná. “Sabemos dos benefícios que temos com estradas boas, mas é preciso rever os custos”, afirmou.

De acordo com Edson Campagnolo, da Fiep, o governador Beto Richa se mostrou sensível às reivindicações das entidades empresariais e afirmou que, assim como em outras questões, o governo está aberto ao diálogo com o setor produtivo do Estado.

Fonte: Rede Sul de Notícias