STICMG,
13 de julho de 2010
Descartada greve de funcionários
da Sanepar
Está descartada a possibilidade de deflagração
de greve por tempo indeterminado pelos trabalhadores
da Sanepar. Após a realização
de diversas assembleias, a categoria decidiu, na manhã
de ontem, aceitar a proposta salarial da empresa,
apresentada no final do último mês. “914
trabalhadores participaram de uma nova assembleia
hoje (ontem), sendo que 815 votaram pela aceitação
da proposta apresentada pela empresa”, disse
o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saneamento
(Saemac), Gerti José Nunes.
Pela proposta, a Sanepar oferece aos trabalhadores
7% de elevação salarial (5% da inflação
e 2% de aumento real); antecipa de dezembro para julho
o pagamento do Programa de Participação
de Resultados (PPR), no valor de R$ 1.600,00 para
cada trabalhador; e aplica reajustes individuais de
1,86% a 5,24% para cada funcionário, com base
no Plano de Cargos e Salários.
Fonte:
Parana-online
STICMG,
13 de julho de 2010
Paraná não
tem terras para a reforma agrária
Ao
completar 40 anos, comemorados no último dia
9 de junho, o Instituto Nacional de Colonização
e Reforma Agrária (Incra) ainda conta com os
mesmo problemas que enfrentava na data de sua fundação.
De acordo com o superintendente do Incra no Paraná,
Nilton Bezerra Guedes, que ontem avaliou a estrutura
do instituto na Assembleia Legislativa do Paraná,
a disponibilidade de terras para aplicar a reforma
agrária e a implementação de
medidas para o desenvolvimento dos assentamentos são
aspectos que ainda necessitam de avanço.
Segundo
o Ingra, tramitam como prioritários no Paraná
110 processos de obtenção de terras
para fins de reforma agrária. Esses processos
representam 135 mil hectares, o que possibilitaria
mais 7,5 mil famílias assentadas. De acordo
com o instituto, seis mil famílias permanecem
acampadas aguardando o assentamento. “Vamos
trabalhar para cumprir a meta de 1.080 assentamentos
previstos para 2010. Para isso, precisamos de cerca
de 20 mil hectares”, afirma Guedes.
Em quatro décadas de operação,
o Incra implementou no Paraná 312 projetos
de assentamentos e assentou 19.460 famílias
em 102 municípios. Juntos, os assentamentos
ocupam uma área de 409.450 hectares - cerca
de 5% do território paranaense. Para Guedes,
os assentamentos são importantes para melhorar
os índices sociais dos municípios. “Nos
projetos de assentamentos, que têm estimulado
o crescimento econômico das regiões onde
estão instalados, são gerados mais de
80 mil empregos”, afirma.
Além
da pouca disponibilidade de terras para efetivar a
reforma agrária no Estado, outro desafio, segundo
o superintendente do Incra, é tornar os assentamentos
autossuficientes. “É importante que o
poder público passe a desenvolver políticas
públicas visando a capacitação
dos trabalhadores rurais e o apoio à produção”,
disse Guedes. Para 2010, o instituto prevê um
investimento de R$ 731,9 mil na capacitação
e formação profissional, atendendo 147
alunos. Nos últimos oito anos, foram investidos
R$ 84 milhões em créditos de instalação,
fomento, construção e recuperação
de moradias. O Incra também construiu e recuperou
10.687 casas.
Para
Diego Moreira, que faz parte da coordenação
estadual do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem
Terra (MST), os avanços no que se refere à
reforma agrária no Estado, tanto na efetivação
dos assentamentos quanto na implementação
de medidas de assistência técnica, resultam
da mobilização dos trabalhadores. “Infelizmente
os avanços se deram em função
do conflito agrário”, diz.
Moreira
considera positivos os números alcançados
no Paraná, porém muito aquém
da demanda de famílias acampadas. Para ele,
os números contrastam com os índices
de violência e desemprego que vem crescendo
nas áreas urbanas.
Fonte:
Parana-online
STICMG,
13 de julho de 2010
Construção
de linhas de transmissão de energia vai gerar
6,8 mil empregos
A construção e a manutenção
de linhas de transmissão de energia elétrica
em oito estados vão gerar vão gerar
6,8 mil empregos diretos. Os contratos, referentes
ao leilão promovido em novembro, foram assinados
ontem (12) pela Agência Nacional de Energia
Elétrica (Aneel). Os investimentos estimados
são de R$ 1,3 bilhão.
Os contratos foram assinados pelo diretor-geral da
Aneel, Nelson Hübner, em solenidade presidida
pelo ministro Márcio Zimmermann, no Ministério
de Minas e Energia. A finalidade é a construção,
operação e manutenção
de 1.079 quilômetros (km) de 11linhas em oito
subestações da rede básica (Amazonas,
Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás,
Maranhão, Mato Grosso e Minas Gerais).
O prazo das concessões das linhas de transmissão
é de 30 anos e elas deverão entrar em
operação num prazo de 15 a 24 meses.
No leilão, as propostas vencedoras tiveram
deságios de 0,01% a 32,44% e o deságio
médio foi de 28,43%.
Fonte: Jusbrasil
STICMG,
13 de julho de 2010
Centrais acusam Serra
(PSDB) de impostura e golpe contra trabalhadores
Em
manifesto, cinco centrais sindicais reconhecidas pelo
Ministério do Trabalho - CUT, Força
Sindical, CTB, Nova Central e CGTB - denunciam o candidato
tucano José Serra como inimigo dos trabalhadores
e suas organizações. Documento foi divulgado
na última quarta feira (7), em SP
As
centrais sindicais lançaram manifesto conjunto,
na última quarta-feira (7), em que alertam
a população para que não se deixe
enganar pelas mentiras veiculadas na rádio
e na televisão por José Serra, candidato
de Fernando Henrique e do PSDB à Presidência
da República, a respeito de pretensas medidas
que teria proposto em prol da classe trabalhadora.
Serra age como um verdadeiro lobo vestido em pele
de cordeiro.
Sob
o título "Serra: impostura e golpe contra
os trabalhadores", CUT, Força Sindical,
CTB, CGTB e Nova Central denunciam que "o candidato
José Serra (PSDB) tem se apresentado como um
benemérito dos trabalhadores, divulgando inclusive
que é o responsável pela criação
do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e por tirar
do papel o Seguro-Desemprego. Não fez nenhuma
coisa nem outra. Aliás, tanto no Congresso
Nacional quanto no governo sua marca registrada foi
atuar contra os trabalhadores". De acordo com
as centrais, "a mentira tem perna curta e os
fatos desmascaram o tucano".
Falsificando
a história
A nota assinada pelos presidentes das centrais - Wagner
Gomes, da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras
do Brasil; Artur Henrique, da Central Única
dos Trabalhadores; Miguel Torres, em exercício,
da Força Sindical; Antonio Neto, da Central
Geral dos Trabalhadores do Brasil e José Calixto
Ramos, da Nova Central Sindical dos Trabalhadores
- ressalta é fundamental que a população
seja bem informada a respeito dos fatos para que dimensione
o tamanho da falsidade que vem sendo divulgada pelo
PSDB.
"A
verdade", esclareceram, é que "o
seguro-desemprego foi criado pelo decreto presidencial
2.284, de 10 de março de 1986, assinado pelo
então presidente José Sarney. Sua regulamentação
ocorreu em 30 de abril daquele ano, através
do Decreto 92.608, passando a ser concedido imediatamente
aos trabalhadores".
Da
mesma forma, "o FAT foi criado pelo Projeto de
Lei 991, de 1988, de autoria do deputado Jorge Uequed
(PMDB/RS). Um ano depois Serra apresentou um projeto
sobre o FAT (2.250/1989), que foi considerado prejudicado
pelo plenário da Câmara dos Deputados,
na sessão de 13 de dezembro de 1989, uma vez
que o projeto de Jorge Uequed já havia sido
aprovado".
Reprovado
pelo DIAP
Na Assembleia Nacional Constituinte (1987/1988), o
candidato tucano votou reiteradamente contra os trabalhadores,
assinala o manifesto: "Serra não votou
pela redução da jornada de trabalho
para 40 horas; não votou pela garantia de aumento
real do salário mínimo; não votou
pelo abono de férias de 1/3 do salário;
não votou para garantir 30 dias de aviso prévio;
não votou pelo aviso prévio proporcional;
não votou pela estabilidade do dirigente sindical;
não votou pelo direito de greve; não
votou pela licença paternidade; não
votou pela nacionalização das reservas
minerais".
Por
isso, conforme recordam os sindicalistas, José
Serra foi reprovado pelo Departamento Intersindical
de Assessoria Parlamentar (Diap), que conferiu aos
parlamentares uma nota entre zero a dez de acordo
com a posição assumida na votação
dos temas de interesse da classetrabalhadora, em particular
o capítulo sobre direitos sociais.
Serra,
que a esta altura já tinha se bandeado para
o lado da direita, teve nota 3,75 pelo desempenho
na Constituinte. Vale lembrar que no primeiro turno
da Constituinte, o atual candidato tucano tirou nota
2,50 e, no segundo turno, por se ausentar em várias
votações em que havia votado contra,
levou nota 5,0 - o que lhe elevou a média para
3,75.
Homem
do capital financeiro
Já em 1994, diante da proposta de Revisão
Constitucional, lembram as centrais, "Serra apresentou
a proposta 16.643, para permitir a proliferação
de vários sindicatos por empresa, cabendo ao
patrão decidir com qual sindicato pretendia
negociar. Ainda por essa proposta, os sindicatos deixariam
de ser das categorias, mas apenas dos seus representados.
O objetivo era óbvio: dividir e enfraquecer
os trabalhadores e propiciar o lucro fácil
das empresas. Os trabalhadores enfrentaram e derrotaram
os ataques de Serra contra a sua organização,
garantindo a manutenção de seus direitos
previstos no artigo 8º da Constituição".
Conforme
o manifesto, "é por essas e outras que
Serra, enquanto governador de São Paulo, reprimiu
a borrachadas e gás lacrimogêneo os professores
que estavam reivindicando melhores salários;
jogou a tropa de choque contra a manifestação
de policiais civis que reivindicavam aumento de salário,
o menor salário do Brasil na categoria; arrochou
o salário de todos os servidores públicos
do Estado de São Paulo".
"As
centrais sindicais brasileiras estão unidas
em torno de programa de desenvolvimento nacional aprovado
na Conferência Nacional da Classe Trabalhadora,
em 1º de junho, com mais de 25 mil lideranças
sindicais, contra o retrocesso e para garantir a continuidade
do projeto que possibilitou o aumento real de 54%
do salário mínimo nos últimos
sete anos, a geração de 12 milhões
de novos empregos com carteira assinada, que acabou
com as privatizações, que descobriu
o pré-sal e tirou mais de 30 milhões
de brasileiros da rua da amargura", conclui o
documento assinado pela CUT, Força Sindical,
CTB, Nova Central e CGTB.
Enfim,
Serra é um homem do capital financeiro e, como
tal, já se revelou inimigo da classe trabalhadora.
Definitivamente não merece a confiança
das centrais sindicais.
Fonte: Vermelho,
com agências
STICMG,
13 de julho de 2010
Ritmo de inflação
em São Paulo volta a aumentar
O
Índice de Preços ao Consumidor (IPC),
medido pela Fundação Instituto de
Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São
Paulo, atingiu 0,10% na primeira prévia de
julho, acima do registrado no fechamento do mês
passado (0,04%). O resultado reflete principalmente
a alta no grupo transportes, cuja taxa passou de
0,06% para 0,14%, e o movimento de recuperação
de preços dos itens alimentícios.
O
índice do grupo alimentação
apresentou a quinta deflação seguida.
No entanto, o resultado indica perda na velocidade
de queda, com -0,62% ante -1,05%. Em habitação,
o IPC alcançou 0,28%, um aumento de 0,01
ponto percentual em relação ao fechamento
de junho. No grupo educação, a taxa
subiu de 0,07% para 0,09%.
Nos
grupos despesas pessoais (de 0,78% para 072%) e
saúde (de 0,71% para 0,52%), houve redução
no ritmo de correções. Em vestuário,
o IPC ficou estável depois de apresentar
elevação de 0,65% no final de junho.
(Repórter Marli Moreira)
Fonte:
Agência Brasil
STICMG,
13 de julho de 2010
Pelo menos 207 candidatos
na mira do ficha limpa
Dados colhidos pelo Congresso em Foco até
as 22h de ontem (12) mostram que já passam
das duas centenas os pedidos de impugnação
feitos pelo Ministério Público Eleitoral.
Garotinho, Jader Barbalho e Joaquim Roriz estão
na lista
A Lei do Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10) já
poderá tirar da disputa eleitoral de outubro
pelo menos 207 candidatos. Entre eles, pesos pesados
da política, como Joaquim Roriz (quatro vezes
governador do Distrito Federal), Anthony Garotinho
(ex-governador do Rio e ex-candidato à Presidência
da República) e Jader Barbalho (ex-governador
do Para e ex-presidente do Senado). Levantamento
feito pelo Congresso em Foco nos sites das 27 unidades
do Ministério Público Federal (MPF)
mostrou que os procuradores eleitorais procuraram
passar um pente fino em todos os registros apresentados
à Justiça Eleitoral até a última
segunda-feira (5).
Os
dados foram recolhidos até às 22h
de ontem (12). No entanto, os números devem
aumentar, já que o MPE estuda, em vários
estados, os registros de candidatura. Além
disso, das 27 unidades da federação,
somente 11 tinham colocado em suas páginas
oficiais as listas com os pedidos de impugnação
dos candidatos. Todas as ações devem
ser julgadas até 5 de agosto, de acordo com
o calendário eleitoral estabelecido pelo
Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Além
disso, outro fato que pode fazer o número
aumentar e retirar ainda mais pessoas com problemas
na Justiça da disputa é a falta de
documentação na hora de fazer o registro.
Somente em Goiás, de acordo com informações
da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE-GO), 74
candidatos não entregaram as certidões
criminais e podem sair da disputa eleitoral. Caso
não tenham condenações por
órgãos colegiados, voltam à
corrida.
O
estado com o maior número de pedidos, até
o momento, é o Ceará, com 41. Ele
é seguido do Maranhão (40), Rio de
Janeiro (34), Goiás (27), Tocantins (23),
Acre (16), Pará (10), Alagoas (6), Distrito
Federal (5), Rio Grande do Norte (2) e Sergipe (1).
Esses estados divulgaram os motivos das ações.
A conta também pode aumentar por outro motivo.
Dois estados, Minas Gerais e Rondônia, não
discriminaram se pediam a impugnação
com base na Lei do Ficha Limpa. Somente em Minas
foram 204 pedidos de impugnação até
a última quinta-feira (8). Em Rondônia,
foram protocoladas 234 representações.
Entre
elas, está a do ex-senador Expedito Junior
(PSDB). Ele foi cassado pelo TSE por compra de votos
nas eleições de 2006. A sentença
transitou em julgado, e ele perdeu, na época,
os direitos políticos por três anos.
Porém, com o ficha limpa, esse período
aumenta para oito anos. No entanto, os advogados
do tucano acreditam que, pelo fato de não
haver mais possibilidade de recurso, e Expedito
já ter cumprido a pena, que a perda dos direitos
políticos dele não pode ser ampliada.
Jader
Barbalho
Outra
candidatura contestada pelo MPE é a do deputado
Jáder Barbalho (PMDB-PA). Ele renunciou ao
mandato de senador em em 2001, depois que o Conselho
de Ética da Casa acatou o pedido de abertura
de processo disciplinar contra ele para apurar seu
envolvimento nos desvios de recursos do Banpará.
Como ele, o deputado Paulo Rocha, que deixou a Câmara
em 2005 depois que seu nome foi citado no caso do
mensalão.
Casos
como dos ex-governadores da Paraíba, Cássio
Cunha Lima (PSDB), e do Maranhão, Jackson
Lago (PDT), que foram cassados por abuso de poder
econômico, continuam a suscitar debates. Porém,
na visão dos integrantes do Ministério
Público Eleitoral, eles estão inelegíveis
de acordo com a nova legislação eleitoral.
“Na
consulta 1147/DF, o TSE afimou que com a nova lei,
candidatos com condenações anteriores
tornaram-se inelegíveis pelo prazo de oito
anos, ainda que o prazo de três anos da lei
anterior tenha sido cumprido”, afirmou o procurador
regional eleitoral de Alagoas, Rodrigo Tenório.
Roriz
O
Ministério Público também pediu
a cassação do registro do ex-governador
Joaquim Roriz (PSC-DF). De acordo com o procurador
regional eleitoral, Renato Brill de Góes,
a candidatura dele deve ser impedida porque o político
renunciou em 2007 ao mandato de senador para escapar
da cassação (o que gera inelegibilidade
pela Lei da Ficha Limpa).
À
época, uma representação do
Psol acusava Roriz de participar de um esquema de
desvio de dinheiro do Banco de Brasília.
O pedido era baseado nas conversas telefônicas
feitas durante a Operação Aquarela
da Polícia Civil do Distrito Federal, que
mostraram o senador tratando do desconto e partilha
de R$ 2,2 milhões. O Psol também pediu
a impugnação da candidatura do ex-governador.
Segundo
as normas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE),
candidatos, partidos políticos, coligações
e o Ministério Público Eleitoral têm
legitimidade para impugnar as candidaturas, por
meio de uma petição fundamentada ao
TRE. A legislação também permite
que qualquer cidadão no gozo de seus direitos
políticos, no mesmo prazo, dê notícia
de inelegibilidade ao juiz eleitoral.
Terminado
o prazo para impugnação, os candidatos
ou a coligação serão notificados
por fax, uma vez que eles terão um prazo
de sete dias para contestar o resultado ou se manifestar
sobre a inelegibilidade. Encerrado o prazo para
produção de provas, as partes apresentarão
alegações no prazo também de
cinco dias. Depois, concluso para o relator, o processo
irá para julgamento pelo TRE e, conforme
a decisão, é possível recorrer
ao TSE.
Heráclito
Enquanto
mais de 200 têm seus registros contestados,
o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) conseguiu
uma sobrevida no Supremo Tribunal Federal (STF).
Ele foi condenado pelo Tribunal de Justiça
do Piauí por conduta lesiva ao patrimônio
público. Após a sua condenação,
Heráclito entrou com um recurso suspensivo
no Supremo. A ação começou
a ser julgada em novembro de 2009 pela 2ª Turma,
mas foi interrompida por pedido de vista do ministro
Cezar Peluso.
O
ministro Gilmar Mendes concedeu a suspensão
dos efeitos da Lei da Ficha Limpa ao parlamentar
alegando que o recurso não poderia mais ser
julgado antes do prazo de registro das candidaturas.
Porém, a liminar pode ter efeito contrário
ao senador do DEM, que tenta a reeleição.
A nova legislação prevê que,
com a concessão do benefício, o processo
seja julgado mais rápido pela Justiça.
Veja
a lita dos pedidos de impugnação apresentados
com base no ficha limpa
Fonte: Congresso
em Foco
STICMG,
13 de julho de 2010
Eleitor poderá
votar em presidente mesmo fora de seu domicílio
eleitoral
Os
eleitores que não estiverem em seu domicílio
eleitoral em 3 de outubro, dia do primeiro turno das
eleições, podem votar para presidente
da República caso se encontrem em alguma das
27 capitais brasileiras. No entanto, é necessário
procurar qualquer cartório eleitoral entre
os dias 15 de julho e 15 de agosto para se habilitar.
Esse
prazo também é o mesmo para o eleitor
se habilitar a votar fora do seu domicílio
no dia 31 de outubro, caso haja segundo turno para
presidente. Esta mobilidade foi introduzida na Lei
das Eleições (9.504/97) por meio da
Lei 12.034/2009.
Registro
A
habilitação para o voto em trânsito
pode ser feita em qualquer cartório eleitoral
do país. Só serão admitidos os
eleitores que estiverem em dia com as obrigações
eleitorais. O eleitor poderá, pessoalmente,
alterar ou cancelar o registro para votar em trânsito,
dentro do período indicado.
Porém, se não estiver na capital para
a qual tenha sido transferido provisoriamente, o eleitor
deverá justificar a ausência em qualquer
seção eleitoral, inclusive no local
onde esteja domiciliado.
Em todas as capitais serão instaladas urnas
exclusivas para o voto em trânsito, em locais
previamente designados pelos Tribunais Regionais Eleitorais.
No dia 5 de setembro, os eleitores em trânsito
poderão conferir o seu local de votação
nos sítios do TSE ou do TRE do seu domicílio
de origem ou da respectiva capital por eles cadastrada.
Mínimo
de eleitores
Para a instalação de uma seção
especial para o voto em trânsito, é preciso
que a capital do estado tenha recebido o pedido de
transferência provisória de no mínimo
50 eleitores. Do contrário, a habilitação
será cancelada e os eleitores serão
informados da impossibilidade de votar em trânsito,
devendo justificar o voto ou votar no seu local de
origem no dia da eleição. ( TSE )
Fonte:
Rede sul de notícias
STICMG,
13 de julho de 2010
2ª Rodada de negociações
do setor da Olaria e Cerâmica

Mesa de Negociação: Diretores
da FETRACONSPAR e dos Sindicatos de trabalhadores
com representantes dos Sindicatos Patronais.
O
Presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias
da Construção e do Mobiliário
de Guarapuava, companheiro Sirlei Cesar de Oliveira,
esteve com os demais membros da comissão de
negociação da Federação
dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção
e do Mobiliário do Estado do Paraná
- FETRACONSPAR, formada por Sindicatos de Trabalhadores
filiados, juntamente com o Sindicato das Indústrias
de Olarias e Cerâmicas para Construção
no Estado Do Paraná – SINCEPAR, Sindicato
das Indústrias de Cerâmicas e Olarias
de Nova Santa Rosa, Sindicato das Indústrias
de Cerâmicas e Olarias da Região Centro
Sul do Paraná - SINCOLSUL e o Sindicato das
Indústrias de Olarias e Cerâmicas para
Construção de Jataizinho e Região
– SINDICERÂMICA, realizaram nesta terça-feira
(13/07/2010), às 14h30min, na sede da Federação
das Indústrias do Estado do Paraná -
FIEP, sito à Av. Candido de Abreu, 200 - Centro
Cívico, Curitiba/PR, 2ª reunião
para discutir a Pauta de Reivindicações
dos trabalhadores da categoria visando a Convenção
Coletiva de Trabalho (CCT) 2010/2011. A data base
da categoria é no mês de junho.

Mesa
de Negociação: Diretores da FETRACONSPAR
e dos Sindicatos de trabalhadores com representantes
dos Sindicatos Patronais.
STICMG,
13 de julho de 2010
Secretário Geral
do STICMG participa de Reunião do CPR - Comitê
Permanente Regional, na sede do Sinduscon-PR

Da esquerda para direita: Jorge Moraes,
Denilson Pestana da Costa e Celso da Silva Garais
O
secretário Geral do STICMG, Companheiro Celso
da Silva Garais, esteve presente no dia 13/07/2010
(terça-feira), às 09h00 na sede do Sinduscon/PR,
afim de participar da reunião Ordinária
do CPR - Comitê Permanente Regional, que trata
de assuntos relacionados a área da Saúde
e Segurança dos trabalhadores no setor da Construção
Civil, NR-18. Na Ocasião estiveram presentes
os Companheiros Jorge Moraes e Denilson Pestana da
Costa, Diretores da FETRACONSPAR e representantes
dos empresários.