Ano 1 - nº 56 - Guarapuava, 29 de junho de 2010

Notícias

 

STICMG, 29 de junho de 2010
Ato de enquadramento de Pessuti na AL é questionado na Justiça
Ação popular quer derrubar decisão da Assembleia que permitiu que pessoas assumissem cargos sem prestar concurso público. O governador e a primeira-dama teriam sido beneficiados pela medida

O Ato n.º 274/2005 da Assembleia Legislativa do Paraná pode revelar irregularidades mais graves do que a denúncia contra o governador Orlando Pessuti (PMDB) publicada pela revista Veja nesta semana (leia mais ao lado). Uma liminar concedida pela 2.ª Vara de Fazenda de Curitiba determina que a Casa informe o nome de todos os servidores que ocupam função de nível superior àquela que ocupavam quando ingressaram no Legislativo. A decisão atende a uma ação popular que questiona a constitucionalidade do Ato n.º 274 – que há cinco anos fez o enquadramento de todos os servidores da Assembleia e permitiu que pessoas assumissem cargos sem prestar o devido concurso público.

A liminar, proferida em 1.º de junho pela juíza substituta Luciane Pereira Ramos, dá prazo de 20 dias para que as informações sejam prestadas. O prazo, no entanto, ainda não começou a correr, pois os réus não foram citados. Além do presidente atual da Assembleia, Nelson Justus (DEM), também é alvo da ação o ex-presidente da Casa Hermas Brandão – atualmente presidente do Tribunal de Contas do Estado (TC). Ele comandava o Legislativo quando o ato questionado foi assinado.

A Assembleia Legislativa e o Tribunal de Contas do Paraná (TC) já estiveram envolvidos em uma polêmica neste ano a respeito de enquadramento funcional sem o devido concurso público. Em dezembro do ano passado, os deputados estaduais aprovaram um projeto de lei, de autoria do TC, que, em um dos artigos, liberava o pagamento de adicional de 50% sobre o salário dos funcionários de nível técnico que desempenham funções de nível superior.

No fim de janeiro, o então governador Roberto Requião (PMDB) vetou esse artigo, argumentando que “não é possível que o servidor público receba outra modalidade de vantagem remuneratória diferente do cargo pelo qual prestou concurso, ou seja, de grau de instrução diverso”.

Mas, no fim de março, quando Requião já estava se despedindo do cargo, os deputados estaduais derrubaram o veto do peemedebista e mantiveram o projeto na íntegra, que virou a Lei nº 16.387/2010 – a qual modifica lei anterior que tratava de cargos e salários do TC, de nº 15.854/2008. Requião não desistiu de tentar barrar a lei. Em 30 de março, último dia no cargo, apresentou no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação direta de inconstitucionalidade contra a nova norma, a qual aguarda julgamento.

Em ocasiões anteriores, o presidente do TC, Hermas Brandão, negou que a lei seja inconstitucional. (RF)

O autor da ação é o advogado Carlos Hugo Maravalhas, representado pelo escritório Duda Giublin. Com base na base de dados da série “Diários Secretos” da Gazeta do Povo e da RPC TV, ele teve acesso ao Ato n.º 274 – que contém o Ato da Comissão Executiva n.º 174/2005 – e resolveu questionar seu teor, por não concordar com o enquadramento funcional realizado. Os atos são embasados nas resoluções n.º 7 de 2004 e 9 de 2005, que dispõem sobre o Quadro Efetivo do Pessoal da Secretaria da Assembleia.

Os documentos autorizavam o enquadramento em carreira de nível superior, desde que o funcionário efetivo cumprisse determinados requisitos: interesse da administração; apresentação de diploma devidamente registrado e inscrição na respectiva associação de classe. Era preciso ainda que o servidor estivesse desempenhando funções correlatas à carreira de nível superior em agosto de 2004, quando foi assinada a Resolução n.º 7.

Ilegal

“O preenchimento dos cargos públicos deve ser feito apenas por meio de concurso público, aberto a todos os brasileiros interessados. Esse enquadramento parece ser um meio de burlar o concurso”, afirma um dos advogados de Maravalhas, João Guilherme Duda. “Se o enquadramento não foi feito para beneficiar especificamente A ou B, beneficiou os funcionários efetivos do Legislativo em detrimento dos demais brasileiros”, acrescentou.

O enquadramento lista o nome de cerca de 600 pessoas – entre elas o governador Orlando Pessuti e o da primeira-dama, Regina Pessuti. Para Duda, não foram todos os efetivos que tiraram proveito dos atos questionados. “Aqueles que estão em função de nível básico e técnico provavelmente não foram beneficiados pelas irregularidades, assim como aqueles que já exerciam cargos de nível superior antes da publicação dos atos.”

Regina Pessuti pode ter sido irregularmente beneficiada pelos atos da Assembleia. Ela teria ingressado na carreira de consultor jurídico em 2005 com a conclusão da faculdade de Direito e registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O caso dela veio à tona após a revista Veja publicar denúncia sobre o casal, mas estima-se que as irregularidades envolvam várias pessoas.

A ação popular pede a anulação dos atos da Assembleia, de modo que os servidores regressem às funções e aos vencimentos originais do seu ingresso e a condenação dos responsáveis a reparar os danos causados ao erário. “O Supremo Tribunal Federal já deve ter julgado inconstitucional algo em torno de 25 leis que tentavam enquadrar funcionários dessa forma como a Assembleia fez”, observou o advogado João Guilherme Duda.

Outro lado

A Assembleia Legislativa informou que não havia sido notificada da decisão da 2.ª Vara. A assessoria do TC informou que Hermas Brandão não comentaria o assunto.

Fonte: Gazeta do Povo


STICMG, 29 de junho de 2010
Pessuti diz que vai processar revista que publicou "matéria mentirosa"

O governador Orlando Pessuti naunciou peka Agência Estadual de Notícias (AEN) que vai tomar medidas judiciais contra a revista Veja, que em sua última edição publicou matéria mentirosa e de conotação política a respeito da sua relação funcional na Assembleia Legislativa do Paraná.
Em texto assinado pelo jornalista Otávio Cabral, a revista afirma que Pessuti virou servidor público da Assembleia com direito a salário de R$ 12 mil sem ter realizado concurso público e sem precisar trabalhar.

Ao contrário do que afirma a revista, de acordo com a AEN,o governador ingressou no serviço público por concurso, transferiu-se para o quadro de servidores da Assembleia com base na legislação da época, sem qualquer remuneração, uma vez que desde então sempre ocupou cargo eletivo.
Pessuti exerceu cinco mandatos de deputado estadual consecutivos e, desde 2003, está à disposição do Poder Executivo, primeiro na condição de vice-governador, e atualmente como governador, sem receber qualquer remuneração da Assembleia, como determina a Constituição Federal no seu artigo 38-I e a Constituição estadual no artigo 28-I.
Veiculada no dia da convenção estadual do PMDB, em que Pessuti postulava a indicação como candidato à reeleição, a matéria de Veja não corresponde aos fatos. Nos seus mais de 27 anos de vida pública, o governador Orlando Pessuti jamais recebeu qualquer remuneração vinculada ao cargo da Assembleia Legislativa, conforme pode ser conferido abaixo.

1 – Orlando Pessuti ingressou no serviço público em 8 de agosto de 1979 através de concurso na antiga Acarpa, hoje Emater, como extensionista rural.

2 – Em 1.º de fevereiro de 1983, quando assumiu o cargo de deputado estadual, solicitou licença sem vencimentos da Acarpa.

3 – Em referência ao disposto na Constituição do Estado do Paraná, passou a ocupar emprego regido pela CLT na Assembleia Legislativa, em 1989, sempre sem ônus, já que detinha mandato eletivo.

4 – Pela lei 10.219/92, seguindo as disposições da Constituição Federal (em especial o artigo 39), o regime jurídico adotado pela administração pública passou a ser o estatutário, abrangendo todos os funcionários dos Poderes Executivo,Legislativo e Judiciário.

5- Em função da implantação do Plano de Cargos e Salários da Assembleia Legislativa, em 2005, seu enquadramento, como o dos demais servidores, foi efetivado. Pessuti foi enquadrado como consultor administrativo, simbologia NUD-01, com vencimento equivalente a R$ 2.540,15 (dois mil quinhentos e quarenta reais e quinze centavos).

O enquadramento foi totalmente legal e realizado pelas instâncias administrativas da Assembleia Legislativa, através do Ato Legislativo 274/2005, publicado em 18 de junho de 2006, que, ao contrário do que afirma a revista, não foi em hipótese alguma secreto, mas amplamente divulgado pela imprensa na época, com cópias entregues aos jornalistas que prestam serviço na mesma Assembleia.

6- Há que se observar que o médico veterinário e hoje Governador do Paraná jamais se prevaleceu ou tirou vantagem de qualquer situação, sempre seguiu o que dispunha a lei e as regras colocadas pela administração. Nunca recebeu qualquer remuneração pelo cargo, seja de Extensionista da Emater, seja posteriormente na Assembleia Legislativa, pela transformação de seu cargo segundo a lei da época. Pessuti sempre se ateve a obedecer a lei e a cooperar com a sociedade e o povo do Paraná.
As informações veiculadas pela revista Veja em sua última edição não conferem com a realidade dos fatos, sendo mentirosas, difamatórias e de caráter eminentemente político-eleitoral.

Revista também erra em informações sobre primeira dama e assessor de governo

Na mesma matéria, a revista também publicou informações inverídicas a respeito da situação funcional da primeira-dama do estado, Regina Pessuti, e do assessor especial de Governo, José Correia.

Regina Pessuti começou a trabalhar na Assembléia Legislativa em 1986, desenvolvendo suas atividades no gabinete da presidência e no gabinete parlamentar. Suas funções e atribuições estavam na assessoria parlamentar e controle documental.

Desde 1992, por força da lei, tornou-se servidora estatutária, tendo sido enquadrada pelo Plano de Cargos e Salários no cargo de Consulta Jurídica, já por ser bacharel em direito e advogada (além de bacharel em Química e Geografia) e por sua atuação. Está atualmente à disposição do Poder Executivo.

José Correia ingressou na Assembleia Legislativa em 8 de maio de 1986 como servidor celetista. Pelas mesmas disposições legais, transformou-se em servidor estatutário e está à disposição do Governo do Estado, lotado no gabinete da Governadoria, onde atua como assessor especial.

Fonte: Redesul de Notícias


STICMG, 29 de junho de 2010
Parlamentares podem mudar regra de distribuição de verbas do PAC

Está marcada para esta terça-feira (29), às 19h30, sessão conjunta do Congresso Nacional para votar o PLN 3/10, que altera regras de remanejamento das dotações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na lei orçamentária deste ano. De autoria do Executivo, o projeto foi aprovado pela Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO) sob a forma de substitutivo, relatado pelo deputado Carlos Abicalil (PT-MT). A sessão será realizada no Plenário da Câmara.

Pelo substitutivo, poderão ser redistribuídas em até 30% as dotações orçamentárias destinadas ao PAC, dentro das ações desse programa. Atualmente, a margem desse remanejamento é de 25%. A matéria altera o inciso 18 do artigo 4º da Lei 12.214/10, que estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2010. Com a mudança proposta, o governo poderá, por exemplo, ao longo do ano, zerar uma despesa autorizada para determinada obra do PAC em favor de outra, considerada mais promissora.

Segundo o Executivo, tal mudança proporciona mais recursos para aqueles projetos que estão progredindo satisfatoriamente, reduzindo-se, dessa forma, as dotações orçamentárias dos projetos que tenham desempenho inferior no âmbito do PAC.

"Esse instrumento permite uma alocação mais eficiente e de qualidade dos escassos recursos orçamentários", diz o secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, João Bernardo Bringel, que assinou a exposição de motivos enviada ao Congresso.

Quando da tramitação do texto na CMO, o relator rejeitou duas emendas apresentadas ao projeto, mantendo o texto preparado pelo Executivo, mas acrescentou um parágrafo para estabelecer que o governo deve encaminhar trimestralmente à Comissão Mista de Orçamento relatório com as modificações decorrentes da aplicação do remanejamento dos recursos.

De acordo com Carlos Abicalil, a proposta do Executivo não introduz nova programação na lei orçamentária anual durante sua execução, mas reforça a programação já autorizada pelo Congresso no processo orçamentário. Dessa forma, acrescenta o relator, "o Executivo não pretende inovar no mundo jurídico ou orçamentário, mas simplesmente assegurar a possibilidade de reconfiguração dos investimentos restritos ao PAC".

O orçamento deste ano autoriza despesa total de R$ 30,3 bilhões para projetos do PAC, incluindo créditos adicionais. As despesas são destinadas a obras em rodovias, ferrovias e portos, bem como em projetos para geração de energia elétrica, entre outros. Até o momento, foram empenhados (autorizados para a execução de despesas) R$ 14 bilhões para o programa. As obras efetivamente executadas no âmbito do PAC representam, até então, gastos de R$ 1,4 bilhão, com realização de pagamentos de cerca de R$ 1,3 bilhão.

Fonte: Agência Senado


STICMG, 29 de junho de 2010
Funcionários da Sanepar prometem paralisar atividades na quarta-feira
Trabalhadores querem um aumento real de R$ 408 nos salários. Segundo o sindicato que representa a categoria, uma greve pode ser iniciada se a reivindicação não for aceita pela empresa

Os funcionários da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) programaram para a próxima quarta-feira (30) uma paralisação nos serviços. Na semana passada, os trabalhadores da empresa já haviam paralisado as atividades.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Saneamento (Saemac), a principal reivindicação dos colaboradores é um aumento real de R$ 408 nos salários. Eles ainda querem o chamado adicional de penosidade, uma gratificação paga aos colaboradores da central de atendimento 115, das estações de tratamento e esgoto e leituristas.

Por enquanto, segundo informações do sindicato, a Sanepar ofereceu um reajuste que prevê reposição integral da inflação com base no índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e mais 2% de aumento real.

“Na manhã de quarta vamos reunir os funcionários e realizar uma assembleia para saber se aceitamos a proposta que temos até agora ou se iniciamos uma greve por tempo indeterminado”, afirma um dos diretores do Saemac, José Pires.

Outro protesto

No último dia 21, funcionários do setor administrativo, das estações de tratamento e esgoto e leituristas, aderiram ao movimento e paralisaram as atividades. Segundo o Saemac, na ocasião, dos 3 mil colaboradores – das 188 cidades que o sindicato representa – aproximadamente 1,5 mil pararam de trabalhar em todo o Paraná.

Fonte: Gazeta do Povo



STICMG, 29 de junho de 2010
Custo da construção aumenta na maioria das capitais

Construir ou reformar ficou mais caro em cinco da sete capitais pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M) atingiu variação de 1,77% em junho, superior ao resultado do mês anterior (0,93%). No acumulado do ano, a taxa aumentou 5,29% e, nos últimos 12 meses, 6,31%.

A maior elevação foi constatada em São Paulo (de 1,77% para 2,97%) e, em seguida, em Brasília (de 0,12% para 2,84%).

As duas capitais em que o INCC-M teve redução no ritmo de correções de preços são Recife (de 0,28% para 0,19%) e Porto Alegre (de 0,69% para 0,42%).

Nas demais localidades foram registradas as seguintes altas: Salvador (de 0,08% para 0,22%); Belo Horizonte (de 0,15% para 0,25%) e Rio de Janeiro (de 0,33% para 0,91%).

O que mais influenciou o resultado foi a contratação de profissionais, que ficou em média 2,59% mais cara do que em maio. Foram registrados aumentos no custo dos serviços de pedreiro, de 1,53% para 2,52%; de carpinteiro, de 1,56% para 2,39%; de engenheiro, de 1,30% para 2,44%; de servente, de 1,71% para 2,08%; e de ajudante especializado, de 0,74% para 3,18%.

O grupo de materiais, equipamentos e serviços apresentou alta de 1,04%, ante 0,51%. Ficaram mais caros, principalmente, os itens usados em estruturas, entre os quais vergalhões e arames de aço (de -0,92% para 1,89%) e massa de concreto (-0,01% para 2,94%).

Fonte: DCI


STICMG, 29 de junho de 2010
Casa do Migrante de Foz do Iguaçu completa dois anos
Neste período, 4.300 cidadãos brasileiros e estrangeiros foram atendidos sobre documentação, trabalho, educação e saúde na fronteira. Projeto prevê espaço similar no Oiapoque (AP)

A Casa do Migrante de Foz do Iguaçu (PR), criada para atender brasileiros que vivem no Paraguai e imigrantes que transitam pela região de fronteira, completou dois anos de funcionamento no último dia 20. Com 4.300 atendimentos realizados, a casa leva esclarecimentos sobre documentação, legislação trabalhista e acesso a serviços de educação e saúde na fronteira, entre outros serviços.

Entre os atendimentos, 56,43% são a paraguaios, 38,25% a brasileiros e 5,32% a cidadãos de outros países. Destes, 48,52% têm o segundo grau incompleto. Outra característica observada foi a predominância de trabalhadoras domésticas ou do lar que procuraram o serviço, que respondem por 38,56% dos atendimentos, seguidas de agricultores (913 trabalhadores), estudantes (166), atendentes / balconistas (161), pedreiros / mecânicos (120) e trabalhadores da construção civil (71). Profissionais de outras áreas responderam por 186 consultas.

O projeto do Ministério do Trabalho e Emprego em parceria com a prefeitura de Foz do Iguaçu, conta desde novembro de 2009 com o apoio da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, ampliando os serviços prestados aos trabalhadores. Mulheres migrante vítimas de violência e exploração recebem encaminhamento à rede de proteção de cooperação mútua integrada por Argentina, Paraguai e Brasil.

"Com o início do atendimento nós pudemos perceber que a maioria das pessoas que nos procuravam, independentemente da nacionalidade, era mulheres. Então debatemos o tema no Conselho Nacional de Imigração e a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, que também é membro, achou prudente integrar o projeto", disse o coordenador de imigração do MTE, Paulo Sérgio de Almeida.

O sucesso da Casa do Migrante de Foz do Iguaçu fez surgir demandas de projetos similares em outras áreas de fronteiras, como a Casa do Migrante em Oiapoque, no Amapá.

"Essa demanda surgiu por uma solicitação do Consulado Geral do Brasil em Caiena (Guiana Francesa) que motivou a ida do Conselho Nacional de Imigração. Lá, promovemos uma audiência pública onde os moradores da área de fronteira apoiaram a implantação de uma Casa do Migrante na região. Depois de muitas deliberações, agora estamos aguardando apenas a cessão de um imóvel pelo Governo de Oiapoque para que possamos iniciar o processo de seleção e capacitação dos nossos atendentes", concluiu Paulo Sérgio.

Fonte: MTE


STICMG, 29 de junho de 2010
Irmã de vítima de acidente de trabalho recebe indenização

A juíza Rosilaine Barbosa, da 1ª Vara do Trabalho de Balneário Camboriú, deferiu indenização por danos morais à irmã de trabalhador morto em acidente de trabalho, depois de os pais da vítima terem o direito de receber a mesma indenização reconhecido.

A condenação é resultado de ação ajuizada pela irmã e pela sobrinha do trabalhador acidentado. O pedido das autoras alega danos sofridos por morarem na mesma casa e serem sustentadas pelo trabalhador.

A empresa contestou os pedidos dizendo que já tinha sido condenada a pagar indenização por danos morais e materiais, além de pensão, em outra ação ajuizada pelos pais da vítima. Por isso, argumentou que as autoras não teriam legitimidade para requerer a parcela e que os supostos danos ou abalos não foram demonstrados.

Apesar da contestação da empresa, a juíza entendeu caracterizada a teoria da asserção - quando o julgador considera verdadeiro o que foi alegado pelo autor - e não acatou a ilegitimidade alegada.

Reconhecida a responsabilidade civil no acidente, a empresa foi condenada a pagar à irmã da vítima valor compensatório de R$ 20 mil, pelo vínculo emocional com o trabalhador falecido.

Para a sobrinha, que tinha um ano e cinco meses na data do acidente, o pedido foi indeferido porque tem os pais, avós e outros tios, não sendo possível a presunção de dano.

Fonte: TRT12


STICMG, 29 de junho de 2010
Presidente do STICMG, membro da comissão de negociação da Fetraconspar participa da 6ª rodada de negociações com o SINDUSCON/PR


Na sede da FETRACONSPAR, membros da comissão de negociação do setor da indústria da construção civil se reunem para discutir estratégias.

O Presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Guarapuava, companheiro Sirlei Cesar de Oliveira, juntamente com os demais membros da comissão de negociação da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário do Estado do Paraná - FETRACONSPAR, formada por Sindicatos de Trabalhadores filiados, realizaram nesta terça-feira, 29/06, às 08h30, na sede do Serviço Social do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Paraná – SINDUSCON/SECONCI/PR, sito à Rua João Viana Seiler, 116 - Parolin - Curitiba-PR a 6ª reunião para definir o percentual de reajuste salarial para os trabalhadores da categoria e renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2010/2011. A data base é no mês de junho.


Na sede do SINDUSCON/SECONCI, membros da comissão de negociação se reunem para discutir pauta de reivindicações.