Ano 1 - nº 136 - Guarapuava, 05 de Novembro de 2010

Notícias

 

STICMG, 05 de Novembro de 2010
Entre Rios se ressente com o descaso da Prefeitura

A comunidade que vive nas cinco colônias que compõem o distrito de Entre Rios não está suportando mais o abandono por parte da administração do prefeito Fernando Ribas Carli.
O descaso oficial está presente no matagal que toma conta das ruas e de outros espaços públicos, as estradas que escoam a produção agrícola estão sem manutenção, há falta de seguranças para pedestres e ciclistas, a pavimentação asfáltica está deteriorada.

Sem saber mais o que fazer para chamar a atenção da Prefeitura o presidente da Acender, uma das associações comunitárias organizada na comunidade, Marcio de Sequeira, lembra que artigo 1°da Constituição Federal. “ Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes ou diretamente, nos termos desta Constituição”. De acordo com Sequeira, o povo deve se defender da omissão, da negligência e do abandono da prefeitura. “Um administrador público deve governar para todos os cidadãos, independentemente de partido político ou classe social.

Os governantes são eleitos e pagos pelo povo, portanto têm obrigação de realizar obras e serviços durante todo o mandato, e não concentrar as obras sempre perto de eleições para usá-las em troca de votos. Ninguém precisa agradecer aos governantes por obras realizadas, mas existem indivíduos manipuláveis ou desinformados, que trocam seus votos por obras e favores”, diz lembrando que “é obrigação dos governantes realizarem obras para todas as classes sociais, principalmente para as mais carentes, mas isso não justifica abandonar por completo comunidades que geram empregos, produzem muito e pagam grandes somas em impostos para o município, estado e país.”

A discriminação que os moradores das cinco comunidades de Entre Rios (Vitória, Jordãozinho, Cachoeira, Socorro e Samambaia) sofrem por parte prefeitura há cerca de 20 anos, prejudica o escoamento da safra, piora a qualidade de vida de toda a população e causa uma péssima imagem do município aos visitantes.
“Graças ao povo da colônia, Guarapuava pode se orgulhar de ter indústrias muito produtivas com alta certificação de qualidade e muitos outros empreendimentos construídos pelo trabalho e grande capacidade da comunidade de Entre Rios”, observa Sequeira.

Para o líder comunitário, o senso de organização desse povo serve de exemplo para os administradores públicos.
“Das cinco grandes indústrias de Guarapuava, os moradores da colônia construíram quatro. Somente em impostos, Entre Rios paga valores muito superiores ao orçamento anual do município de Guarapuava. E essa população está sofrendo com o descaso da prefeitura.”

Marcio de Sequeira lembra o revanchismo político por parte do prefeito Fernando Ribas Carli está prejudicando ainda mais a comunidade. “ Como exemplo podemos citar a audiência pública em maio de 2010 para a construção de um portal turístico, cujo projeto nasceu da iniciativa da própria comunidade e a verba veio através do empenho do Deputado Federal Cezar Silvestri. Mas as verbas trazidas pelos adversários políticos do prefeito não são usadas e quem perde mais com isso é a população local.”

Fonte: Rede Sul de Notícias


STICMG, 05 de Novembro de 2010
IBGE anuncia aumento na população paranaense

Superou a 700 mil o aumento na população paranaense nos últimos dez anos.
Os dados preliminares são do Censo Demográfico 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.
Na atualidade, a população estadual é de quase 10,3 milhões de pessoas.
Na última década, o índice de aumento populacional no Estado foi de 0,71% ao ano.
Na década anterior, entre 1991 e 2000, a população paranaense registrou crescimento de 1,40 ao ano, segundo análise feita pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social –Ipardes.


Fonte: Guará Notícias


STICMG, 05 de Novembro de 2010
Milionários não se reelegeram para a Câmara Federal

Nem só de dinheiro é feita uma campanha eleitoral. O relatório das prestações de contas dos candidatos, disponível no site do Tribunal Superior eleitoral aponta que cada deputado federal eleito pelo Paraná gastou, em média R$ 1,157 milhão para conseguir uma cadeira na Câmara Federal.

Alguns dos eleitos conseguiram fazer campanhas bem mais modestas que os colegas. Cinco deles conseguiram se eleger declarando despesas inferiores a R$ 300 mil.

Outros três candidatos, mesmo com campanhas milionárias não conseguiram umas das 30 vagas paranaenses na Câmara, ficando na suplência. As duas campanhas mais caras, inclusive, não resultaram em eleição.

Candidatos à reeleição pela super coligação PT, PMDB e PDT, os deputados federais Wilson Picler (PDT) e Marcelo Almeida (PMDB) gastaram mais que os R$ 4,2 milhões declarados por Alfredo Kaefer (PSDB - o deputado eleito com a campanha mais cara) e não conseguiram votação suficiente para se elegerem.

Picler teve a campanha mais cara entre todos os candidatos, superando os R$ 5 milhões. O empresário do ramo da educação declarou uma despesa de R$ 5,6 milhões, gastando R$ 81,00 para cada um dos 69.215 votos que recebeu e o deixaram na terceira suplência da coligação.

O segundo suplente é Marcelo Almeida, empresário da construção civil, herdeiro do grupo CR Almeida. O deputado gastou R$ 4,9 milhões, cerca de R$ 59 para cada um dos 82.518 votos, votação superior ao dobro do candidato que ficou com a última vaga, Leopoldo Meyer (PSB), que teve 38.649 votos, mas disputou a eleição por uma coligação bem menos concorrida que a do PMDB.

Outra campanha milionária que não resultou em eleição é a do futuro primeiro suplente do PMDB, deputado federal Odílio Balbinotti. Representante do agronegócio, o deputado investiu R$ 2,4 milhões, a quarta campanha mais cara entre os candidatos a deputado federal no Paraná, mas recebeu 84.523, quase nove mil votos a menos que o último eleito da coligação, Dr. Rosinha (PT), que gastou R$ 1,1 milhão, e 10 mil votos a menos que Assis do Couto (PT), que gastou “modestos” R$ 278 mil.

As despesas de campanha de Marcelo Almeida, Picler e Balbinotti superam, inclusive os gastos de candidatos nas eleições majoritárias. Os gastos de Picler e Almeida foram superiores que os do senador eleito Roberto Requião (PMDB), que declarou R$ 3 milhões em despesas.

As de Balbinotti foram maiores que as dos terceiro e quarto colocados na disputa para o Senado, Gustavo Fruet (PSDB), que gastou R$ 2,1 milhões, e Ricardo Barros (PP), R$ 2 milhões.

Fonte: Paraná Online


STICMG, 05 de Novembro de 2010
Mínimo de 2011 deve ficar entre R$ 560 e R$ 570, diz ministro
Carlos Lupi afirma que salário tende a ficar acima dos R$ 540 previstos inicialmente, mas abaixo dos R$ 580 sugeridos pelas centrais sindicais

O relator-geral da Comissão Mista de Orçamento do Congresso, senador Gim Argello (PTB-DF), vai levar na próxima semana ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à presidente eleita, Dilma Rousseff, a proposta de reajustar para R$ 580 o salário mínimo no ano que vem.

O valor foi sugerido ontem por representantes de centrais sindicais no encontro com o senador. A reunião com Lula e Dilma servirá para avaliar a possibilidade de um reajuste do salário mínimo, em 2011, superior aos R$ 540 previstos no relatório da proposta orçamentária. Pelos cálculos da assessoria técnica da Câmara, a proposta dos sindicalistas elevaria as despesas em mais R$ 9 bilhões. Pelos cálculos do Ministério do Planejamento, a conta é maior: R$ 12 bilhões.

Embora ainda vá passar pela avaliação do presidente e de Dilma, o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, já sinalizou que a proposta de R$ 580 terá dificuldades para ser aceita pelo Planalto. De acordo com o ministro, o valor do mínimo deve variar entre R$ 560 e R$ 570 – mais do que o que está na proposta orçamentária mas menos do que pretendem as centrais.

“Menos que esse patamar não deve ser”, afirmou Lupi. Ele ressaltou, porém, que a presidente eleita vai respeitar parâmetros técnicos para o novo reajuste. Segundo ele, a petista “sempre vai trabalhar com o equilíbrio das contas públicas”.

O senador Gim Argello também lembrou que o Planalto deverá procurar um valor que não comprometa o orçamento. Segundo Argello, a ideia é “encontrar um número realista”. “Se a realidade for um reajuste de R$ 540, vai ser esse valor. Se for R$ 550, vai ser esse”, disse o parlamentar. Ele destacou que a estimativa de arrecadação para 2011 foi corrigida para cima, em R$ 17,7 bilhões, mas que já recebeu pedidos de gastos de R$ 30 bilhões além do previsto inicialmente no orçamento.

Já o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), sinalizou de forma mais otimista para a possibilidade da aprovação do valor do novo salário mínimo pedido pelas centrais sindicais. “Nossa presidente Dilma já disse que vai fazer tudo para que o salário mínimo tenha um aumento substancial”, afirmou Sarney. “Mas evidentemente nós precisamos fazer as contas de maneira que mantenhamos o equilíbrio fiscal”, acrescentou.

Antecipação

Pela regra de reajuste em vigor atualmente, o mínimo é corrigido a cada ano pela variação da inflação e pelo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos atrás. Em 2011, o mínimo seria corrigido apenas pela inflação, pois o PIB de 2009 foi negativo em 0,2%. Em 2012, porém, o reajuste será grande, pois o PIB de 2010 vai crescer perto de 7,5%. O governo quer dar uma correção mais generosa em 2011, mas quer descontá-la da de 2012, coisa que os sindicalistas não aceitam. Argello disse não saber se vai persistir nessa proposta. Tudo dependerá das conversas que terá com o governo e com Dilma.

Além de não aceitar a antecipação do reajuste previsto para 2012, os sindicalistas também já demonstraram que não aceitarão um reajuste abaixo de 10%. A proposta atual do governo prevê um aumento porcentual de 5,5%, equivalente apenas à inflação prevista para este ano. “Não dá para ser um reajuste menor do que 10%, porque todas as categorias estão recebendo isso”, afirmou o deputado federal Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical. Considerando esse raciocínio, o valor do reajuste para as centrais não poderia ser menor que R$ 561 (os atuais R$ 510, acrescidos de 10%). Um aumento nesse valor significaria um gasto adicional de aproximadamente R$ 6,2 bilhões para o governo no ano que vem.

O deputado considera que as negociações com o governo sobre o valor do salário mínimo de 2011 se arrastarão até o início de dezembro. Segundo ele, o projeto de orçamento para o ano que vem tem “dinheiro sobrando” para financiar o reajuste do salário mínimo de R$ 580. “Consideramos que o aumento do poder de compra do salário mínimo tem dado certo e não quebrou a Previdência Social nem as prefeituras, como diziam que iria acontecer”, afirmou o pedetista.

As centrais sindicais não vão, no entanto, fazer questão de chegar aos R$ 600 prometidos pelo candidato do PSDB, José Serra, durante a campanha eleitoral. “Seria incoerente com a nossa luta”, disse Paulo Pereira. A regra de correção conforme a inflação e o PIB é fruto de negociação das centrais com o governo. Todas são unânimes em dizer que a preservação da política de valorização do mínimo, que vai até 2023, é mais importante do que chegar aos R$ 600. A regra consta de um projeto de lei que tramita na Câmara. As centrais querem negociar um mecanismo semelhante para corrigir as aposentadorias maiores do que o mínimo. Atual­­­mente, a lei garante a elas apenas a variação da inflação.

Fonte: Gazeta do Povo


STICMG, 05 de Novembro de 2010
Bradesco não consegue alterar data do pagamento dos seus empregados


O Banco Bradesco não pode alterar a data do pagamento dos seus empregados, do dia 20 para o dia 30 de cada mês, pois a medida traz prejuízos aos empregados. Essa foi a decisão da Seção I Especializada de Dissídios Individuais (SDI-I), ao não conhecer o recurso de embargos do Bradesco.

A ação foi proposta pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Estado da Bahia, após iniciativa unilateral do banco em mudar a data de pagamento dos empregados. Ao analisar recurso ordinário do Bradesco, que buscava a manutenção da alteração da data do pagamento, o Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA) manteve decisão do juiz de primeiro grau que declarou a nulidade dessa mudança. Para o TRT, a alteração foi nula, pois resultou em prejuízo aos trabalhadores.

A decisão regional tomou por base o disposto no artigo 468 da CLT. Tal artigo estabelece que, “nos contratos individuais de trabalho só é lícita a alteração das respectivas condições por mútuo consentimento, e, ainda assim, desde que não resultem, direta ou indiretamente, prejuízos ao empregado, sob pena de nulidade da cláusula infringente desta garantia”.

Com isso, o Bradesco interpôs recurso de revista ao TST, argumentando ser válida a alteração da data do pagamento. Para o banco, o artigo 459 da CLT autoriza o pagamento dos salários até o quinto dia útil do mês subsequente ao da efetiva prestação dos serviços.

Entretanto, a Terceira Turma, ao analisar o recurso do banco, entendeu que o Bradesco não conseguiu enfrentar especificamente a fundamentação adotada pelo TRT: a de que, com base no artigo 468, a alteração contratual foi nula por haver prejuízo ao trabalhador.

Assim, com base na Súmula n° 422 do TST, a Terceira Turma não conheceu o recurso de revista do banco. Essa súmula dispõe que, quando as razões do recorrente não enfrentam especificamente os fundamentos dispostos na decisão recorrida – nesse caso o acórdão do TRT – , não se deve conhecer do recurso dirigido ao TST.

Inconformado, o Bradesco interpôs recurso de embargos, reafirmando a validade da modificação da data do pagamento. Para o banco, o artigo 459 fundamentou suficientemente o recurso de revista, uma vez que esse dispositivo, por tratar de pagamento de salário, consistiu em requisito relacionado à faculdade que o empregador possui para dirigir o seu negócio. Assim, para o processamento do recurso de embargos, o Banco alegou que a Terceira Turma aplicou erroneamente a Súmula n° 422.

Contudo, o relator dos embargos na SDI-1, ministro José Roberto Freire Pimenta, entendeu que o recurso de embargos não poderia ser conhecido por afronta à Súmula n° 422. Segundo o relator, com a vigência da Lei 11.496/07 – que alterou as regras do processamento do recurso de embargos na SDI-1 – não é possível conhecer esse recurso por má aplicação de súmula ou orientação jurisprudencial de conteúdo processual - Súmula n° 422 -, a não ser quando existir afronta literal e direta ao próprio teor da súmula – não sendo o caso desse processo.

Assim, a SDI-1, ao seguir o voto do relator, decidiu, por unanimidade, não conhecer do recurso de embargos do Bradesco, mantendo, na prática, decisão de primeiro grau que considerou nulo o ato do Bradesco de alterar a data do pagamento dos seus empregados do dia 20 para o dia 30 de cada mês. (RR-79491-27.1993.5.05.0011)


Fonte: TST


STICMG, 05 de Novembro de 2010
Presidente do STICMG, Companheiro Sirlei César de Oliveira, participa de mais uma Reunião do CONCIDADE

Na manhã desta quinta-feira, o Presidente do STICMG, Companheiro Sirlei Cesa de Oliveira, participou de mais uma reunião do CONCIDADE/GUARAPUAVA, reunião esta realizada na Secretaria Municipal de Agricultura, onde esteve em pauta assuntos relacionados com este conselho.