Ano 1 - nº 149 - Guarapuava, 25 de Novembro de 2010

Notícias

 

STICMG, 25 de Novembro de 2010
Fim de ano: Walmart precisa de funcionários


A rede de Supermercados Walmart irá contratar um grande itinerário de funcionários no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Só no Paraná, estima-se em 300 vagas. Walmart SuperCenter, BIG, Maxxi Atacado, Mercadorama, Nacional, Sam´s Club e TodoDia são as lojas da rede do grupo que precisarão de funcionários.

As vagas são para cargos operacionais. O candidato deverá possuir Ensino Médio e/ou Fundamental. Não será cobrado experiência, assim como não haverá restrições de idade ou sexo. Há vagas para pessoas com deficiência.

Os interessados devem enviar currículo para o e-mail brselecao@wal-mart.com ou entregar seu currículo no balcão de informações de qualquer loja. No Paraná, nas lojas BIG, Walmart Supercenter, Mercadorama, TodoDia, Maxxi Atacado e Sam´s Club.

Fonte: Guará Notícias


STICMG, 25 de Novembro de 2010
Pedágio mais caro no Paraná

A partir de 1º de dezembro, as novas tarifas dos pedágios paranaenses já estarão sendo aplicadas. O Departamento de Estradas e Rodagem (DER) ainda não informou qual será o percentual do aumento.

O diretor da Associação Brasileira de Concessionárias e Rodovias para o PR e SC, João Chimanazzo, acredita que o diálogo com o governador Orlando Pessuti irá correr com mais tranqüilidade, se comparado com a gestão de Roberto Requião.

Mesmo sem revelar valores, ele disse o pedágio deve subir por conta da alta da inflação, O aumento da tarifa é feito por uma fórmula paramétrica que inclui os serviços de terraplanagem, de pavimentação, o IGPM (Índice Geral de Preços de Mercado) e o Índice Nacional do Custo da Construção. No ano passado, a média de aumento foi de 1,5%.

Fonte: Guará Notícias


STICMG, 25 de Novembro de 2010
Confiança do consumidor brasileiro tem recorde de alta, diz FGV

Em novembro, consumidores estão mais satisfeitos com a situação atual. Índice de confiança subiu 2,7% no período

A confiança do consumidor brasileiro atingiu recorde de alta em novembro, segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgada nesta quarta-feira. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) avançou 2,7% entre outubro e novembro, para 125,4 pontos.

"Em novembro de 2010, os consumidores brasileiros estão mais satisfeitos com a situação atual e otimistas em relação aos seis meses seguintes", afirmou a FGV em nota.

O indicador que mede o grau de satisfação dos consumidores diante da situação econômica atual exerceu a maior influência sobre o ICC em novembro. A proporção de consumidores que avaliam a situação como boa passou de 31,7% para 34,6% do total, e a dos que a consideram ruim caiu de 18,7% para 15,9%

Quanto à confiança em relação à situação atual, o índice avançou 4,5% em novembro, para 147,5 pontos, também maior nível histórico. O indicador de expectativas subiu 1,5%, para 113,6 pontos.

"O indicador que mede o grau de satisfação dos consumidores com a situação econômica atual foi o que mais influenciou na evolução favorável do índice de confiança em novembro."

Em seis meses

O cenário econômico também se manteve otimista no horizonte de seis meses. O indicador que mede as expectativas com a evolução da situação econômica local nos meses seguintes passou de 117,5 pontos para 120,2 pontos entre outubro e novembro. A parcela de consumidores que projetam melhora aumentou de 27,3% para 31,7%.

Fonte: Gazeta do Povo


STICMG, 25 de Novembro de 2010
Governo, empresários e deputados cobram lei para a terceirização

Representantes do governo, dos empresários, do meio acadêmico e deputados cobraram, nesta terça-feira, a aprovação de uma lei que regule a contratação de trabalhadores terceirizados e acabe com a insegurança jurídica do setor, atualmente normatizado por uma regra do Judiciário, a súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST). O tema foi discutido na Câmara durante o seminário "Terceirização e Desenvolvimento: vantagens, responsabilidades e regulação".

Apesar do consenso em torno da necessidade de uma lei específica, os representantes dos setores envolvidos não concordaram sobre o modelo de regulamentação a ser adotado, especialmente em relação às áreas em que é permitida a terceirização, à responsabilidade judicial das empresas e às relações sindicais. Várias propostas tramitam no Congresso sobre o tema, mas nenhuma delas tem o aval conjunto dos trabalhadores, do governo e do empresariado.

Para o presidente da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, deputado Alex Canziani (PTB-PR), é preciso buscar um consenso. "Necessitamos de uma legislação que atenda aos anseios da competição sem esquecer a importância da responsabilidade para o trabalhador", disse.

O gerente-executivo de relações do trabalho da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Emerson Casali, disse que a falta de uma nova lei pode inviabilizar projetos como a exploração do pré-sal. "O setor petroleiro terceiriza mais de 70% da mão de obra, inclusive no Brasil. Não vamos conseguir explorar o pré-sal sem novas regras para a terceirização", disse.

Propostas

Na Câmara, tramitam cerca de 80 projetos relacionados de alguma maneira à terceirização. O empresariado defende o modelo de regulamentação previsto no Projeto de Lei 4302/98, do Executivo, nos moldes do substitutivo aprovado pelo Senado. A proposta permite a contratação de terceirizados para atuar em qualquer área da empresa; e determina que a empresa que contrata os serviços é responsável subsidiária pelos débitos trabalhistas, ou seja, pode ser cobrada se a prestadora de serviços não tiver como pagar.

"A discussão entre área meio e área fim é ultrapassada, é um debate infinito. Já a responsabilidade subsidiária envolve todas as empresas na relação de trabalho e evita a precarização do setor", defendeu Casali. Para o vice-presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação, Laércio Oliveira, trata-se de um texto maduro, já discutido nas duas Casas do Congresso.

O Ministério do Trabalho, por outro lado, enviou à Casa Civil um novo anteprojeto, sem prazo para chegar ao Congresso, que tem o apoio dos sindicatos, mas não é aceito pelas empresas. A proposta só pode ser aplicada ao setor privado; proíbe a terceirização de área fim; determina o regime de responsabilidade solidária, em que o trabalhador pode cobrar os débitos trabalhistas diretamente da empresa que contratou a terceirização, sem passar pela prestadora de serviços; e prevê que o terceirizado tenha os direitos garantidos à categoria preponderante da empresa.

Casali critica a proposta por acreditar que o empresariado não foi levado em consideração na elaboração do texto. "Esse anteprojeto foi colocado em audiência pública em 2008. Passamos 2009 sem saber nada do texto e fomos surpreendidos no começo de 2010 com a notícia de que ele foi encaminhado à Casa Civil", criticou.

Já Laércio Oliveira disse que o projeto peca por não ser aplicável ao serviço público: "O governo quer mexer onde a terceirização funciona bem. Os escândalos são originários do setor público."

Segundo o secretário-adjunto de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho, André Grandizoli, o governo defende a proposta que está na Casa Civil, mas está disposto a negociar. Ele negou que o empresariado não tenha sido ouvido e esclareceu que o projeto defende a limitação da terceirização para a área meio, com o objetivo de evitar excessos. No entanto, Grandizoli admitiu a dificuldade de delimitar atualmente o que seria fim e meio. "Esse é um grande nó", disse.

Além disso, criticou a responsabilidade subsidiária, defendida pelos empresários e aplicada atualmente pelo TST. "Existe uma dificuldade nesse modelo. Se chegamos ao final do processo e se descobre que a empresa não tem patrimônio suficiente para quitar as dívidas, é necessário abrir um outro processo. Com o modelo solidário, os dois podem ser acionados", defendeu.

Outro ponto do projeto do governo é a previsão de que os direitos assegurados aos terceirizados sejam os maiores entre os garantidos à representação do contratado e à do setor predominante na empresa. Nesse modelo, por exemplo, um empregado terceirizado da área de limpeza de uma metalúrgica teria assegurados os mesmos direitos dos metalúrgicos, que são a maioria da empresa.

Esse modelo, segundo Grandizioli, foi proposto para evitar que a terceirização seja usada de maneira perversa para enfraquecer o sindicato predominante e minimizar o poder de negociação dos trabalhadores. O representante da CNI, Emerson Casali, disse que essas manobras já não fazem mais parte da realidade brasileira e criticou esse ponto do projeto. "Só é possível que quem defenda o trabalhador seja a categoria dele, não a predominante", argumentou.

Fonte: Agência Câmara


STICMG, 25 de Novembro de 2010
Isolado dos colegas por decisão do banco, ex-gerente ganha R$ 100 mil do Santander


O Banco Santander (Brasil) S.A terá que pagar indenização de R$ 100 mil a um antigo gerente que sofreu perseguições para que atingisse metas extremamente rigorosas e, além de tudo, foi isolado dos colegas por determinação da empresa. Ao julgar o recurso da empresa quanto a essa condenação, a Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho não constatou, na sentença, nenhuma afronta à Constituição, ao Código Civil ou à CLT, como alegou o banco.

Ao examinar o pedido de redução do valor da indenização, considerado pelo Banco como desproporcional ao dano moral sofrido pelo ex-empregado, o relator do recurso de revista, ministro Fernando Eizo Ono, ressaltou que, quanto à observância do princípio da proporcionalidade, não se pode falar que a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) violou o artigo 5º, V, da Constituição Federal ao manter a sentença que determinou o pagamento de R$ 100 mil por danos morais. Segundo o relator, “o valor da indenização foi fixado em razão da gravidade do dano - sofrimento causado ao trabalhador - e como fator inibidor de novas práticas lesivas pelo banco, tomando em consideração o seu porte econômico”.

Em sua fundamentação, o TRT/RS destacou que o valor fixado nas condenações de danos morais deve servir para compensar não somente o sofrimento causado ao trabalhador, mas que a quantia deve ser sentida no patrimônio de quem cometeu o ato danoso, conscientizando-o a não persistir na conduta reprimida. Dessa forma, concluiu que a penalidade deve mostrar à sociedade “qual a reação que a ordem jurídica e o Judiciário reservam para tais situações”.

Isolamento

Subordinado somente ao gerente geral, o autor era gerente de relacionamento, atendendo e angariando clientes de março de 2004 a março de 2007, quando houve a rescisão contratual. Anteriormente, ele havia sido gerente operacional, tendo por subordinados caixas e supervisores. Na reclamação trabalhista, além da indenização por dano moral, foi discutido também o pagamento de horas extras, entre outros itens.

Por ordens da própria gerência do banco, segundo consta em depoimentos, o autor foi isolado de outros funcionários, orientados a manterem distância do trabalhador, não podendo conversar com ele até mesmo nos horários de intervalo.

Segundo o Regional, a extensão dos danos foi grave, tendo sido apresentada sólida prova de que o banco adotou práticas de cobrança muito rigorosas, sistematicamente e inclusive com perseguição, para o atingimento de metas, por vezes inatingíveis para os empregados. O TRT revela que ficou cabalmente provado que o autor foi vítima de perseguições no ambiente de trabalho e que a situação do trabalhador extrapolava a mera cobrança e fiscalização dos serviços prestados.

Além disso, o autor passou a ser chamado pelo gerente geral de “ninja”, denominação criada para identificar pessoa que ia contra as diretrizes do banco. A situação, de acordo com o Regional, teve natureza de perseguição, com o claro intuito de diminuir o trabalhador perante os colegas de trabalho e a instituição.

Diante da análise apresentada pelo relator, a Quarta Turma não conheceu do recurso de revista quanto ao tema da indenização por danos morais, mantendo-se, assim, na prática, a sentença que o condenou a pagar R$ 100 mil ao ex-funcionário. No entanto, a Turma excluiu da condenação a repercussão das horas extras nos descansos semanais remunerados para cálculo de outras parcelas. (RR - 133900-57.2007.5.04.0403)

Fonte: TST

 


STICMG, 25 de Novembro de 2010
Seminário Itapoá 2011 - Comissão Organizadora se reúne para definir programação do próximo Seminário

Estiveram reunidos na manhã do dia 19/11, na sede da FETRACONSPAR, os membros da Comissão Organizadora do XX Seminário de Dirigentes Sindicais da Construção e do Mobiliário do Estado do Paraná, que será realizado de 24 à 27 de janeiro de 2011 na Colônia de Férias da FETRACONSPAR em Itapoá/SC.

Nesta primeira reunião da Comissão Organizadora, será definida a programação do seminário, e diversos outros detalhes para encaminhamento do evento.

A comissão é formada pelos companheiros: ALTAMIR LAUREANO DA SILVA (SOMPAR), CLAUDIR DOS SANTOS (SOM de Quedas do Iguaçu), ELÓI MARTIM KELM (STICM de Guarapuava), JOÃO MARIA VIANA (SOMPAR), JOSÉ APARECIDO MARTINS (STICM de Londrina), JOSÉ ÁVIDO PACHECO (STICM de Paranaguá), MARCOS ANTONIO BERALDO (STICM de Umuarama), RAUL PEREIRA (SINTRACON Curitiba) e SIRLEI CÉSAR DE OLIVEIRA (STICM de Guarapuava), além dos diretores licenciados Geraldo Ramthun, Reinaldim Barboza Pereira e Denílson Pestana da Costa.



STICMG, 25 de Novembro de 2010
Concidades Paraná - FETRACONSPAR participa de atividades do Conselho Estadual das Cidades

O
Presidente do STI da Construção e do Mobiliário de Guarapuava, Sirlei César de Oliveira, também Secretário de Formação Sindical da FETRACONSPAR, participou no dia 18/11 de atividades do CONCIDADES PARANÁ – Conselho Estadual das Cidades.
O evento foi realizado no Hotel Nikko em Curitiba, e na pauta estão programadas reuniões conjuntas das Câmaras Técnicas, e a 12ª reunião ordinária do CONCIDADES.