STICMG,
30 de Setembro de 2010
Greve dos bancários
atinge 72% da categoria
A greve dos bancários em todo o país
teve início, ontem, com ampla mobilização
da categoria nos 26 estados brasileiros e no Distrito
Federal. No Paraná, 387 agências fecharam
e mais de 17 mil bancários aderiram à
greve, de um total de 23,6 mil trabalhadores de acordo
com a base dos sindicatos que compõem a Federação
dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do
Estado do Paraná (Fetec-PR).
Somente
em Curitiba e região, mais de 80% dos bancários
ficaram mobilizados, o que equivale, segundo o Sindicato
do Bancários de Curitiba e região, a
14 mil funcionários e 235 agências.
Outro
dados destacado pelo sindicato, foi a grande participação
dos setores administrativos. Na capital, amanheceram
em greve 12 centros administrativos: quatro do HSBC,
dois da Caixa, três do Banco do Brasil, um do
Santander e um do Bradesco.
No
caso do HSBC, mais uma vez os moradores da região
onde está localizado o Parque Barigui, em Curitiba,
puderam notar desde a madrugada a movimentação
de helicópteros que transportavam funcionários
ao Centro Administrativo do Xaxim.
A
Federação Nacional dos Bancos (Fenaban),
por meio de sua assessoria, comunicou em nota que
aguarda uma contraproposta dos bancários para
retomar a negociação.
Na avaliação da Fenaban, foram os bancários
que interromperam a negociação salarial
deste ano. Para a Federação, os bancos
aceitam discutir um reajuste real e as demais reivindicações,
inclusive o Programa de Participação
de Lucros e Resultados (PPLR) dentro de um índice
razoável.
A
Fenaban também criticou em nota, que nos últimos
18 anos a categoria recorra apenas à greve
como tática para “interromper”
as negociações e informou que desde
2004 os bancários vêm recebendo aumento
real e que eles contam com a melhor convenção
coletiva de trabalho do país, única
de âmbito nacional.
Dentre
os pontos elencados pela Fenaban, a convenção
coletiva já contempla a categoria com a menor
jornada de trabalho do país, de seis horas
e cinco dias por semana (30 horas semanais).
A
Fenaban ainda declarou que vai adotar todas as medidas
para garantir o acesso e o atendimento da população
nas agências e postos bancários, principalmente,
porque no início do mês os bancos recebem
mais pessoas devido ao pagamento dos 27 milhões
de aposentados e pensionistas do INSS que recebem
o benefício pela rede bancária.
Interior
e restante do país
Em
Umuarama, 80% da categoria aderiram à greve.
Em Toledo e Guarapuava foram 70% dos trabalhadores
com os braços cruzados. O Paraná possui
1.330 agências bancárias, sendo 918 representadas
pela Fetec-CUT-PR, abrangendo 23.600 trabalhadores.
No
Paraná existem 29.846 bancários, de
acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e
Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho
e Emprego, de agosto de 2010.
Fonte:
Paraná On Line
STICMG,
30 de Setembro de 2010
Bancários
de Guarapuava aderem à greve nacional
As agências bancárias de Guarapuava e
de ´Laranjeiras do Sul estarão com as
portas fechadas a partir desta quarta-feira (29).
Os bancários aderiram à greve nacional
que não tem tempo previsto para acabar. De
acordo com o presidente do Sindicatos da categoria
em Guarapuava, Eloi Myska, os bancários querem
um reajuste salarial de 11% (7% de aumento real, mais
4,29% de reposição da inflação
medida pelo INPC). Os banqueiros negam.
Os
bancários estarão na frente das agências
orientando os clientes a buscar os postos de atendimento
e também fazendo piquetes.
Fonte:
Rede Sul de Notícias
STICMG,
30
de Setembro de 2010
FGV: confiança
da indústria sobe 0,4% em setembro
Após três meses de quedas consecutivas,
o Índice de Confiança da Indústria
(ICI), indicador da Sondagem Conjuntural da Indústria
de Transformação, voltou a subir com
avanço de 0,4% em setembro ante agosto, segundo
a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
No mês passado, o índice caiu 0,6% ante
julho.
O
ICI é um indicador cujo cálculo é
baseado em cinco tópicos da sondagem da indústria.
A partir das respostas destes tópicos, a FGV
elabora o resultado do índice dentro de uma
escala que vai de zero a 200 pontos, sendo que o desempenho
do indicador é de queda ou de elevação
se a pontuação total das respostas fica
abaixo ou acima de 100 pontos, respectivamente. Os
dados atualizados do índice mostram que, de
agosto para setembro, o indicador subiu de 112,9 pontos
para 113,4 pontos, na série com ajuste sazonal.
Para
a FGV, o resultado deste mês revela que houve
uma "ligeira piora" nas avaliações
sobre a situação presente, e uma melhora
das expectativas em relação aos próximos
meses. Ainda segundo a fundação, a média
do ICI do trimestre de julho a setembro de 2010 (113,3
pontos) supera a média do último trimestre
de 2009 (110 pontos). No entanto, esta média
ainda está abaixo das médias do primeiro
e segundo trimestres deste ano, de 115,3 e 115,6 pontos,
respectivamente.
O
ICI é composto por dois indicadores. O primeiro
é o Índice da Situação
Atual (ISA), que mostrou queda de 0,3% este mês,
após cair 1,4% no mês passado, nos dados
atualizados na série com ajuste sazonal. O
segundo componente do ICI é o Índice
de Expectativas (IE), que apresentou taxa positiva
de 1,3% este mês, após subir 0,3% em
agosto.
Na
comparação com setembro do ano passado,
o ICI registrou alta de 9% esse mês, elevação
menos intensa do que a taxa positiva de 12,1% registrada
em agosto, no mesmo tipo de comparação,
nos dados sem ajuste sazonal.
Na
comparação com setembro do ano passado,
nos dados sem ajuste sazonal, houve aumentos de 10,6%
e de 7,3%, respectivamente para o índice de
Situação Atual e para o indicador de
Expectativas, em setembro deste ano.
O
levantamento para cálculo do índice
foi entre os dias 2 e 27 deste mês, em uma amostra
de 1.195 empresas informantes.
Capacidade
O
Nível de Utilização de Capacidade
Instalada (Nuci) da indústria com ajuste sazonal
alcançou patamar de 85% em setembro, após
registrar nível de 84,9% em agosto, segundo
a FGV. Embora tenha registrado avanço na taxa
mensal entre agosto e setembro, a média do
Nuci no trimestre de julho a setembro de 2010, que
também foi de 85%, posicionou-se 0,2 ponto
porcentual inferior à média do segundo
trimestre deste ano; e 1,1 ponto porcentual abaixo
da média recorde verificada no segundo trimestre
de 2008.
Ainda
segundo a fundação, na série
de dados sem ajuste sazonal, o nível de uso
de capacidade em setembro foi de 85,9%, patamar superior
ao apurado em agosto, quando atingiu 85,4%, nesta
mesma série.
Fonte:
Paraná On line
STICMG,
30 de Setembro de 2010
Terço constitucional
não incide sobre abono pecuniário pago
O
Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários
nos Estados do Pará e Amapá (Seeb-PA/AP)
não conseguiu que o acréscimo de um
terço estabelecido pela Constituição
incida sobre o abono pecuniário – valor
recebido quando o trabalhador vende 10 dias de férias.
A
Seção I Especializada em Dissídios
Individuais (SDI-I) do Tribunal Superior do Trabalho,
ao não conhecer do recurso de embargos do sindicato,
manteve, na prática, o entendimento da Terceira
Turma de que o terço constitucional de remuneração
das férias incide somente sobre 30 dias, e
não sobre os 30 dias mais os dez do abono pecuniário.
O
sindicato propôs ação trabalhista
contra o Banco da Amazônia (Basa), requerendo
a incidência do terço constitucional
estabelecido no inciso XVII, artigo 7°, da Constituição
Federal sobre o valor do abono pecuniário definido
no artigo 143 da CLT. Esse dispositivo da CLT facultou
ao empregado a conversão de um terço
do período de férias em abono pecuniário,
no valor da remuneração que lhe seria
devida nos dias correspondentes.
Ao
analisar o caso, o Tribunal Regional da 8ª Região
(PA) deferiu o terço constitucional sobre o
abono, como pedido pelo sindicato. Com isso, o banco
recorreu ao TST. A Terceira Turma julgou improcedente
o pedido do sindicato, sob o entendimento de que o
abono do artigo 143 da CLT não está
incluído na remuneração de férias.
Para a Turma, o abono significa contraprestação
de serviço, motivo pelo qual se exclui da base
de cálculo do terço constitucional essa
verba, pois se trata de trabalho e não de férias.
O
sindicato, então, interpôs recurso de
embargos à SDI-I, apresentando decisões
de outras turmas divergentes da Terceira Turma nessa
matéria. Contudo, o relator do recurso na seção
especializada, ministro Aloysio Corrêa da Veiga,
entendeu que os julgados apresentados não tratavam
do mesmo tema, não configurando assim, a divergência
pretendida.
Na
análise do mérito, o ministro Horácio
de Senna Pires ressaltou que a incidência do
terço constitucional sobre o abono implicaria,
na realidade, o pagamento equivalente a 40 dias de
férias e não de 30, representando uma
obrigação não prevista em lei.
Assim,
a SDI-I, ao acompanhar o voto do relator, decidiu,
por maioria, não conhecer do recurso de embargos
do sindicato. Ficaram vencidos, apenas quanto ao conhecimento,
os ministros Augusto César de Carvalho, Roberto
Pimenta, Lelio Bentes Corrêa e Rosa Maria Weber.
(RR-60500-29.2007.5.08.0005-Fase Atual: E-ED)
Fonte: TST
STICMG,
30 de Setembro de 2010
Previdência Social
atingiu cobertura recorde de trabalhadores em 2009
A
Previdência Social superou no ano passado a
taxa de cobertura de trabalhadores em 1992, de 66,4%,
e atingiu 67% – um resultado recorde –,
equivalente a 56,58 milhões de contribuintes
da população economicamente ativa, na
faixa etária entre 16 e 59 anos.
Os
dados foram divulgados nesta quarta-feira (29) durante
reunião do Conselho Nacional de Previdência
Social (Conasp) e constam da Pesquisa Nacional por
Amostra de Domicílio 2009 (Pnad), realizada
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE).
Segundo
a pesquisa, a cobertura previdenciária começou
a cair em 1992 e chegou ao menor índice em
2002, com o atendimento de 61,7% dos trabalhadores
em atividade.
Entre
os 56,58 milhões de pessoas hoje cobertas pela
Previdência Social, 41,97 milhões trabalham
na área urbana; 7,17 milhões são
trabalhadores rurais e 6,32 milhões, servidores
públicos, além de 1,1 milhão
de segurados que não contribuíram para
o Regime Geral de Previdência Social.
Os
números do Pnad do ano passado revelam que
estão fora da proteção social,
na economia informal, 14,134 milhões de trabalhadores,
número que em 2008 chegava a 14,913 milhões.
Aderiram ao sistema no ano passado 783 mil pessoas
na faixa etária de 16 a 59 anos. (Repórter
Lourenço Canuto)
Fonte:
Agência Brasil
STICMG,
30 de Setembro de 2010
Pesquisas desmentem Datafolha
e apontam Dilma eleita no 1º turno
Duas
pesquisas de intenções de voto divulgadas
na manhã desta quarta-feira (29) desmantelaram
a versão de que as eleições presidenciais
caminham, naturalmente, para o segundo turno. De acordo
com os levantamentos CNI/Ibope e CNT/Sensus, a candidata
Dilma Rousseff, da coligação Para o
Brasil Seguir Mudando, mantém larga liderança
e deve vencer, já em 3 de outubro, a disputa
contra José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV).
Conforme
os números da CNI/Ibope concluída, na
última segunda-feira , Dilma venceria a eleição
no primeiro turno com 50% dos votos totais - e 55%
dos votos válidos (que excluem indecisos, brancos
e nulos). Serra tem 27%, enquanto Marina apresenta
13%.
Outros
8% não sabem ou votarão em branco ou
nulo. A pesquisa foi feita entre os dias 25 a 27 de
setembro. Foram feitas 3.010 entrevistas em 191 municípios.
Mesmo
num cenário em que a margem de erro for totalmente
desfavorável a Dilma, a pesquisa não
detecta chances de segundo turno. Em relação
à pesquisa Ibope da semana passada, Dilma manteve
suas intenções de voto, Serra caiu um
ponto percentual e Marina cresceu um ponto. O resultado
contrasta com a tendência de queda de Dilma
apontada pelo Datafolha na sua estranha pesquisa feita
integralmente na segunda-feira.
Na
simulação de segundo turno entre a petista
e o tucano, Dilma venceria a eleição
com 55% dos votos, contra 32% de Serra. Em junho,
Dilma tinha 45% e Serra 38%. Na hipótese de
uma disputa entre Dilma e Marina Silva, Dilma teria
56% dos votos, contra 29% da verde. Em um eventual
segundo turno entre Serra e Marina, o tucano venceria
a eleição com 43%, contra 35% da candidata
verde.
Na
pesquisa espontânea, quando o eleitor responde
em quem votará sem ter acesso a lista dos candidatos,
Dilma lidera as intenções de voto com
44% das indicações; Serra tem 21%, Marina
aparece com 10% e o presidente Lula - que não
poderia se candidatar, -ainda é apontado por
1% do eleitorado. Os demais candidatos somam 1%. Brancos
e nulos chegam a 7%, e outros 18% não souberam
responder.
Serra
é o que tem o maior índice de rejeição.
Segundo o levantamento, 34% dos entrevistados disseram
que não votariam nele. Nesse quesito, Marina
tem 28% de rejeição e Dilma 27%.
Quanto
ao partido de preferência dos eleitores, o PT
aparece na frente, citado por 27% dos entrevistados,
seguido pelo PMDB e PSDB com 5%, cada um. Aqueles
que não têm preferência por partido
representam 48%.
Sensus
Um cenário eleitoral semelhante é detectado
pela pesquisa CNT/Sensus. Levantamento do instituto
realizado entre os dias 26 e 28 de setembro em 24
estados mostra Dilma com 47,5% de intenções
de voto, ante 25,6% de Serra e 11,6% de Marina. Nos
votos válidos, a vantagem de Dilma, que tem
54,7%, também é levada. Serra aparece
muito atrás, com 29,5%%, seguido de Marina,
que tem 13,3%.
No
levantamento anterior, Dilma havia registrado 50,5%
das intenções de voto, enquanto Serra
tinha 26,4% das intenções de voto e
Marina registrava 8,9%. A candidata do PV foi a única
entre os três principais candidatos a registrar
elevação na estimativa das intenções
de voto. Os demais candidatos à Presidência
mantiveram índices inferiores a 1%.
Com
esse cenário, Dilma seria eleita ainda no primeiro
turno. A margem de erro - de 2,2 pontos percentuais
para mais ou para menos - não prevê chances
pontuais de segundo turno.
Votos
brancos e nulos somam 3,6%, ao passo que 9,5% dos
entrevistados disseram estar indecisos. A pesquisa
foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
sob o número 33103/2010.
Fonte:
Vermelho, com agência
STICMG,
30 de Setembro de 2010
Presidente do STICMG participa
de Reunião do CONCIDADE
O
Presidente do STICMG, companheiro Sirlei Cesar de
Oliveira, participou na manha desta quinta-feira,
de Reunião Ordinária da Comissão
Especial de Estudos do Zoneamento da Bacia de Captação
do Rio da Pedras, onde foi discutido a Normativa para
definição de parametros de uso e ocupação
do solo urbano para Zona Especial da Bacia de Proteção
do Rio das Pedras, que se sobrepõe à
àrea pertencente ao perímetro urbano
de Guarapuava.



